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Balança comercial brasileira começa março com superávit de quase R$ 9,5 bilhões
Publicado 09/03/2026 • 20:34 | Atualizado há 3 horas
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Publicado 09/03/2026 • 20:34 | Atualizado há 3 horas
KEY POINTS
A balança comercial do Brasil começou março com resultado positivo. Na primeira semana do mês, o país registrou superávit de US$ 1,804 bilhão (R$ 9,49 bilhões), de acordo com números divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) nesta segunda-feira (9). O saldo foi obtido a partir de exportações de US$ 7,306 bilhões (R$ 38,43 bilhões) e importações de US$ 5,501 bilhões (R$ 28,94 bilhões).
No acumulado de janeiro até a primeira semana de março, a balança comercial soma superávit de US$ 9,828 bilhões (R$ 51,69 bilhões). O resultado representa crescimento de 41,8% em comparação com o mesmo período de 2025, quando o saldo positivo havia sido de US$ 9,606 bilhões (R$ 50,53 bilhões).
Para 2026, o MDIC projeta que o superávit comercial brasileiro fique na faixa de US$ 70 bilhões a US$ 90 bilhões (R$ 368,20 bilhões a R$ 473,40 bilhões). A estimativa para as exportações varia entre US$ 340 bilhões e US$ 380 bilhões (R$ 1,79 trilhão a R$ 2,00 trilhões), enquanto as importações devem alcançar entre US$ 270 bilhões e US$ 290 bilhões (R$ 1,42 trilhão a R$ 1,53 trilhão).
Leia também: Tarifas dos EUA derrubam exportações brasileiras; China amplia compras em quase 40%
Até a primeira semana de março, na comparação com igual período de 2025, as exportações brasileiras recuaram 3,3%. Entre os setores, houve queda de 8,5% na Agropecuária, com vendas externas de US$ 1,967 bilhão (R$ 10,35 bilhões). Já a Indústria Extrativa registrou crescimento de 4,9%, somando US$ 1,489 bilhão (R$ 7,83 bilhões), enquanto a Indústria de Transformação caiu 3,6%, com embarques de US$ 3,808 bilhões (R$ 20,03 bilhões).
No caso das importações, foi observada redução de 0,4%, na comparação com o mesmo período do ano anterior. Houve queda de 23,3% nas compras da Agropecuária, que totalizaram US$ 116,2 milhões (R$ 611,21 milhões). Em sentido oposto, a Indústria Extrativa apresentou alta de 19,9%, com importações de US$ 297,8 milhões (R$ 1,57 bilhão), enquanto a Indústria de Transformação registrou recuo de 0,4%, somando US$ 5,068 bilhões (R$ 26,66 bilhões).
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