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Bitcoin mantém estabilidade perto de US$ 70 mil em meio a volatilidade global
Publicado 11/03/2026 • 21:04 | Atualizado há 3 horas
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Publicado 11/03/2026 • 21:04 | Atualizado há 3 horas
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Apesar da recente estabilidade em torno de US$ 70 mil (R$ 364.000,00), o Bitcoin atravessa um período de forte volatilidade em 2026, impulsionado por tensões geopolíticas e expectativas regulatórias, afirmou Rony Szuster, head de research do Mercado Bitcoin, em entrevista ao quadro Cripto Brasil do Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC.
Ele destacou que o ativo ainda se recupera de quedas acentuadas ocorridas após a máxima histórica de US$ 126 mil (R$ 655,2 mil) no final de 2025: “O mercado sofreu com crises como a da Groenlândia e tensões envolvendo a administração Trump, mas hoje vemos uma recuperação sustentada pelo avanço do Market Clarity Act no Senado americano. Esse projeto trará a clareza regulatória necessária para a entrada massiva de capital institucional no maior mercado do mundo”, explicou.
A troca no comando do Federal Reserve também está no radar dos investidores para o segundo semestre de 2026. “A chegada de Kevin Warsh à presidência do Federal Reserve (Fed, banco central americano) em junho será um divisor de águas para os ativos de risco. Aliado a uma possível calmaria geopolítica, temos um cenário onde é difícil piorar a situação atual, o que abre caminho para o Bitcoin retomar seu fôlego e atrair ainda mais o varejo”, pontuou.
Já para Rodrigo Batista, CEO da Digitra e do Token DGTA, a palavra “estabilidade” é relativa, mas o histórico do ativo confirma sua resiliência. “No médio e longo prazo, o Bitcoin tem se provado um ótimo ativo de proteção contra a inflação e instabilidades sistêmicas. Em qualquer janela de três a quatro anos de sua história de 17 anos, ele trouxe segurança para o investidor que soube atravessar as oscilações de curto prazo”, afirmou.
O papel das criptomoedas como refúgio em zonas de guerra foi outro ponto enfatizado por Rodrigo Batista, citando exemplos no Oriente Médio. “Em países como o Irã, quando o sistema bancário fecha devido a conflitos, a população recorre ao Bitcoin e às stablecoins. Elas garantem que as economias das pessoas não dependam das decisões dos Estados, permitindo que o patrimônio seja transportado até em um pendrive, protegendo o cidadão onde o sistema tradicional falha”.
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