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Milhões devem ir às ruas nos EUA em atos contra Trump em todos os estados
Publicado 28/03/2026 • 14:41 | Atualizado menos de um minuto
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Publicado 28/03/2026 • 14:41 | Atualizado menos de um minuto
KEY POINTS
Mais de 3 mil protestos estão previstos para este sábado, 28, em todos os 50 estados dos Estados Unidos, em manifestações contra o governo de Donald Trump, com críticas centradas na guerra com o Irã e nas ações da polícia de imigração, o ICE. A expectativa é de que mais de 9 milhões de pessoas participem dos atos em todo o país.
A cidade de St. Paul, em Minnesota, será o principal foco do movimento, batizado de “No Kings”. A região ganha destaque após episódios recentes em Minneapolis, capital do estado, onde dois cidadãos americanos morreram após ações do ICE, segundo relatos locais.
Os organizadores estimam mais de 3,1 mil manifestações ao longo do dia. Só em St. Paul, são esperadas cerca de 100 mil pessoas, com a participação de nomes como o cantor Bruce Springsteen, que deve apresentar a música “Streets of Minneapolis”, escrita em resposta às mortes de Renee Good e Alex Pretti.
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Também devem participar figuras como a cantora Joan Baez, a atriz Jane Fonda e o senador democrata Bernie Sanders, além de diversos ativistas e líderes sindicais.
A Casa Branca, por sua vez, minimizou a mobilização e classificou os protestos como resultado de “redes de financiamento de esquerda”, alegando falta de apoio popular. “As únicas pessoas que se importam com essas ‘sessões de terapia contra Trump’ são os repórteres pagos para cobri-las”, afirmou a porta-voz Abigail Jackson.
Além dos Estados Unidos, manifestações estão previstas em mais de uma dúzia de países, incluindo regiões da Europa, América Latina e Austrália, segundo Ezra Levin, codiretor do grupo Indivisible, responsável pela organização dos atos. Em países com monarquias constitucionais, os protestos têm sido chamados de “No Tyrants”.
Os atos ocorrem em um momento em que a aprovação de Trump gira em torno de 40%, enquanto o Partido Democrata busca ganhar força antes das eleições de meio de mandato.
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O movimento “No Kings” já organizou manifestações anteriores. Em junho de 2025, protestos ocorreram no mesmo dia de um desfile militar em Washington pelos 250 anos do Exército dos EUA, sendo definidos como um “dia de resistência”.
Quatro meses depois, em 18 de outubro, mais de 7 milhões de pessoas participaram do chamado “No Kings Day”, com atos registrados em todos os estados americanos e também no exterior, segundo os organizadores.
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