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Club Times | CNBC Parlatório estreia com evento concorrido e conteúdo estratégico para o País

Publicado 31/03/2026 • 00:22 | Atualizado há 3 horas

KEY POINTS

  • O Club Times | CNBC Parlatório marca a chegada ao Brasil de um novo formato de articulação entre lideranças, baseado em modelo da CNBC.
  • Encontro realizado na noite de segunda-feira (30), em São Paulo, reuniu aproximadamente 200 pessoas e foi o ponto de partida para um projeto que trará uma série de eventos de alto nível no Brasil.
  • A parceria entre o Times Brasil, Licenciado Exclusivo CNBC, e o Grupo Parlatório também chega à televisão. O projeto anuncia um programa semanal de entrevistas: o “Times CNBC Parlatório Talks”, apresentado por Carlos Marques, com a proposta de levar esse debate para todo o país. 

Concorrido, o evento, realizado na noite de segunda-feira (30), em São Paulo, reuniu aproximadamente 200 pessoas e foi o ponto de partida para um projeto que trará uma série de eventos de alto nível no Brasil. O Club Times | CNBC Parlatório marca a chegada ao Brasil de um novo formato de articulação entre lideranças. Encontros que vão reunir empresários, autoridades e representantes do mercado para discutir, de forma direta, os rumos do país.

A ideia segue um modelo internacional nos moldes já desenvolvidos pela CNBC Internacional,  com empresários, executivos C-Level, empreendedores e formadores de opinião em debates sobre os principais temas da agenda de negócios. E aposta em reuniões mais restritas, com nomes de peso, para aprofundar debates que normalmente ficam em fóruns mais amplos. Segundo Carlos José Marques, fundador do Grupo Parlatório, o objetivo é fortalecer o diálogo e estimular propostas para o país.

O encontro de lançamento, apresentado pela jornalista Christiane Pelajo, do Times Brasil | CNBC, contou, ainda, com a presença dos ex-ministros da Fazenda, Joaquim Levy e Henrique Meirelles, o ex-ministro de
Minas e Energia, Bento Albuquerque e executivos como Roberto Cortês, presidente global da Volkswagen Caminhões e Ônibus, Flávio Rocha, ex-presidente da Riachuelo, entre muitos outros outros. 

A palestra de abertura trouxe um tema central: soberania nacional. O ministro da Defesa, José Múcio, chamou atenção para o baixo investimento na área e alertou para a vulnerabilidade do Brasil no cenário internacional e acrescentou a importância do momento para o Brasil. 

“O mundo está em conflito e o Brasil pode crescer”, ressaltou o ministro.

José Múcio destacou ainda a necessidade de representantes dos setores público e privado se aproximarem das discussões do dia a dia, e ressaltou o papel da imprensa nesse objetivo. “O Brasil de um tempo para cá vem carecendo muito de discussão entre lideranças, e tem no jornalismo uma força maior que pode transformar e levar ao desenvolvimento”, destaca. 

No painel sobre as perspectivas para o Brasil, jornalistas internacionais destacaram um cenário de incerteza, eleições polarizadas e pouca alternativa fora dos principais grupos políticos.

Facundo Fernández Barrio, correspondente da AFP, e Brad Haynes, Brazil Bureau Chief da Reuters, subiram ao palco para tratar do momento político e econômico do país.

Fernández, da AFP, avalia que a grande pergunta hoje envolvendo as altas cúpulas de empresas e governos é sobre quando a guerra irá acabar. “Se se prolongar, os efeitos sobre inflação e juros serão grandes.”

Ele destaca que a guerra entra na lista de problemas que têm causado uma pressão inflacionária estrutural, sucedendo a guerra da Ucrânia e a pandemia. 

Em se tratando de assuntos domésticos, Brad Haynes, da Reuters, destacou o cenário eleitoral como pauta nas discussões corporativas. E disse que já há algumas eleições a polarização está instaurada, e se tornou uma força quase que natural da política atual. “A eleição, a esta altura já está meio a meio.  É muito difícil ver esse cenário mudar”. E alertou que esse ambiente está erguido sobre a falta de diálogo. “Mais forte é a rejeição ao outro lado do que a convicção ao candidato escolhido”. 

E no que tange a situação externa, a guerra parece, por enquanto, um cenário estabelecido para um prazo estendido, impactando principalmente o preço da energia. Além disso, o jornalista destacou os preços dos ativos globais mudando de direção com as falas de Trump, que têm aumentado as incertezas. “As pessoas esperam que ele ache uma saída, mas ele não sabe nem com quem conversar no Irã”, destaca Haynes. 

E os impactos disso tendem a fazer preço também nas eleições brasileiras, na visão de André Ramos, vice-presidente de Jornalismo do Times Brasil- Licenciado Exclusivo CNBC

“A gente ainda tem uma dependência do mercado externo, e isso vai impactar o preço do transporte e toda a cadeia. É muito difícil de o público entender de maneira mais técnica o que está de fato acontecendo”, disse Ramos ao mencionar que isso servirá de subsídios para construções de narrativas ao longo de todo o ano eleitoral.

A parceria entre o Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC, e o Grupo Parlatório também chega à televisão.
O projeto anuncia um programa semanal de entrevistas: o “Times CNBC Parlatório Talks”, apresentado por Carlos Marques, com a proposta de levar esse debate para todo o país.

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