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Bolsas da Europa fecham na maioria em queda à espera de fim de prazo de Trump ao Irã

Publicado 07/04/2026 • 15:35 | Atualizado há 3 horas

KEY POINTS

  • O conflito no Oriente Médio segue como principal vetor de risco, com alertas de bancos como Danske Bank e ING sobre impacto em energia e juros
  • Dados econômicos mistos — com PMI de serviços levemente melhor, mas fraqueza em Alemanha e Reino Unido — reforçam preocupações com desaceleração do crescimento
  • Destaques corporativos contrastaram com o tom negativo: ações de mídia dispararam, lideradas pela Universal Music Group, enquanto bancos reduziram ganhos e fecharam em leve queda

Benoit Tessier/Reuters

As bolsas europeias perderam fôlego e fecharam majoritariamente em queda nesta terça-feira, 7, após piora do sentimento ao longo da manhã, à medida que investidores adotaram postura mais cautelosa diante do prazo imposto pelos EUA ao Irã e do risco de escalada no Oriente Médio.

Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,84%, a 10.348,79 pontos. Em Frankfurt, o DAX caiu 0,99%, a 22.937,65 pontos. Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,67%, a 7.908,74 pontos. Em Milão, o FTSE MIB recuou 0,47%, a 45.411,79 pontos. Em Madri, o Ibex 35 cedeu 0,62%, a 17.446,50 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 recuou 0 03%, a 9.366,70 pontos. As cotações são preliminares.

A guerra no Oriente Médio seguiu no centro das atenções. O Danske Bank destacou que os desdobramentos do conflito continuam a dominar a dinâmica dos mercados, enquanto o ING alertou que uma escalada tende a elevar preços de energia e pressionar expectativas de juros.

O dirigente do Banco Central Europeu (BCE) Dimitar Radev, contudo, disse que ainda é muito cedo para saber se uma alta dos juros será necessária no mês.

O PMI de serviços da zona do euro subiu levemente na leitura final de março, mas dados da Alemanha e do Reino Unido vieram mais fracos, reforçando preocupações com crescimento. No mercado de renda fixa, a BlueBay apontou mudança de foco dos investidores, da inflação para riscos à atividade.

Entre as ações, o destaque positivo ficou no setor de mídia, com a Universal Music saltando cerca de 12% após proposta de aquisição da Pershing Square, impulsionando também Vivendi (+10%) e Bolloré (+3,4%).

Bancos chegaram a avançar no início do dia, mas reduziram ganhos com a piora do humor, com o setor cedendo perto de 0,5%. Commerzbank e UniCredit ficaram no radar após notícias envolvendo estratégia e potenciais transações, registrando recuo próximo a 0,1% e 0,6%, respectivamente.

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