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Sam Altman, à esquerda, e Elon Musk.

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Dólar recua a R$ 4,98 diante de cautela com juros e ruídos fiscais no Brasil

Publicado 27/04/2026 • 17:49 | Atualizado há 3 horas

KEY POINTS

  • O dólar encerrou a sessão desta segunda-feira (27) em baixa de 0,32%, a R$ 4,98.
  • Pregão foi influenciado pela cautela dos investidores com os próximos passos dos juros nos Estados Unidos e de olho nas taxas no Brasil.
  • Na sessão, a cotação da divisa americana variou entre 4,96 e R$ 4,98.
estrangeiro favorável ao real

O dólar encerrou a sessão desta segunda-feira (27) em baixa de 0,32%, a R$ 4,98, em um pregão influenciado pela cautela dos investidores com os próximos passos dos juros nos Estados Unidos. A revisão de expectativas para o Federal Reserve (Fed, banco central americano), somada a incertezas fiscais locais e busca por proteção, sustentou o movimento lateral diante da ausência de novidades que façam preço.

Na sessão, a cotação da divisa americana variou entre 4,96 e R$ 4,98, enquanto o DXY – que compara a moeda a uma cesta de pares fortes – manteve-se no estável no patamar de 98,50 pontos. 

Para Ricardo Hiraki Maila, sócio-fundador da Plano, o movimento reflete a combinação entre cenário externo e percepção doméstica de risco. “Quando o mercado entende que os juros americanos podem permanecer elevados por mais tempo, o dólar ganha força no mundo todo. No Brasil, qualquer incerteza fiscal amplia essa pressão porque reduz o apetite por moedas emergentes”, afirma.

Segundo ele, o câmbio também respondeu a ajustes técnicos de posição no fechamento do mês. “Muitos investidores aproveitam esse período para rebalancear carteiras e reforçar proteção cambial. Isso eleva a demanda por dólar e intensifica oscilações mesmo sem um fato novo de grande magnitude”, diz.

A ausência de uma piora adicional no cenário limitou a demanda por proteção. Em paralelo, o mercado de juros operou com viés de alta, acompanhando o movimento no exterior, segundo Bruno Shahini, especialista em investimentos da Nomad. “As Treasuries abriram ao longo da curva, pressionadas pela alta do petróleo. Esse movimento foi replicado na curva de DI, reforçando a sensibilidade do mercado local ao cenário internacional”, explicou.

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