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Consumidores de São Paulo mostram menor confiança na economia
Publicado 07/03/2025 • 12:13 | Atualizado há 1 ano
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Publicado 07/03/2025 • 12:13 | Atualizado há 1 ano
Cidade de São Paulo.
Pixabay.
A confiança dos consumidores paulistas e paulistanos diminuiu em fevereiro, segundo pesquisa do Instituto de Economia Gastão Vidigal (IEGV), da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). Nos dois casos, a sondagem mostra pessimismo em relação aos rumos da economia, com redução das expectativas em relação ao emprego e à renda que cresceram em 2024.
Os dados ratificam o cenário exibido pelo Índice Nacional de Confiança (INC), também da ACSP, que teve a segunda queda seguida e o pior resultado para fevereiro desde 2022.
Assim, o Índice de Confiança do Consumidor Paulista (ICCP) caiu 2% em relação a janeiro deste ano e 8,4% na comparação com fevereiro do ano passado, saindo do campo considerado neutro (100 pontos) para o pessimista (98).
A pesquisa vai até 200 pontos. Já o ICCSP (do consumidor paulistano), que já refletia pessimismo, caiu ainda mais: 4,3% no mês e 8,2% no ano, atingindo agora 89 pontos.
Segundo a ACSP, a queda da confiança está atribuída a uma percepção menos positiva da situação financeira das famílias, atrelada à deterioração das expectativas futuras em relação à renda e ao emprego.
De acordo com a entidade, os indicadores mostram também diferenças entre as classes socioeconômicas. No indicador do estado, a classe C teve um leve aumento na confiança, enquanto as classes AB e DE registraram queda.
Já no que mede a cidade de São Paulo, a classe DE apresentou alta, enquanto as classes C e AB tiveram redução. Como havia sido exposto no indicador nacional, o INC, a menor confiança traz impacto na intenção de consumo em relação a bens duráveis, como eletrodomésticos e automóveis, e mesmo no setor imobiliário.
“Além da baixa disposição para investimentos futuros”, disse a ACSP. Para Ulisses Ruiz de Gamboa, economista do IEGV-ACSP, há duas causas principais. A primeira são os sinais de desaquecimento da atividade econômica, que começam a se refletir na menor geração de empregos.
A segunda é a aceleração da inflação, com destaque para os aumentos de preços de produtos básicos, como alimentos e bebidas.
“Num contexto de elevado grau de endividamento das famílias e juros altos, podem ser as causas para a redução da confiança de consumidores paulistas e paulistanos”, afirmou Gamboa.
Para o economista, “mantendo-se o atual cenário, essa menor confiança pode implicar em menor crescimento do consumo durante os próximos meses.” Na quinta-feira (7), o governo anunciou que zerou tarifas de importação de alguns produtos, como café e carne, para tentar reduzir preços.
Nesta sexta-feira (8), o IBGE divulga os resultados finais do PIB de 2024. Para 2025, a expectativa do mercado é de crescimento de 2,01%, segundo o boletim Focus, do Banco Central.
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