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Bolsas da Europa voltam a cair em meio às preocupações com indústria de semicondutores
Publicado 16/04/2025 • 07:51 | Atualizado há 12 meses
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Publicado 16/04/2025 • 07:51 | Atualizado há 12 meses
KEY POINTS
Pessoas trabalham enquanto telas exibem notícias e taxas de negociação nos serviços da Bolsa de Valores Euronext, no distrito financeiro de La Défense, em Paris.
Thomas SAMSON/AFP
As bolsas europeias operam em baixa na manhã desta quarta-feira (16), depois de dois pregões de fortes ganhos, em meio a sinais de que os gigantes da indústria de semicondutores ASML e Nvidia estão sendo afetados pelos efeitos da guerra comercial deflagrada pela política tarifária do governo Trump.
Por volta das 7h05 (de Brasília), o índice pan-europeu Stoxx 600 caía 0,76%, a 504,22 pontos. Apenas o subíndice de tecnologia amargava queda de 2,2%.
A ASML, fabricante holandesa de equipamentos para produção de chips, divulgou hoje números de encomendas trimestrais piores do que o esperado e alertou que as tarifas dos EUA estão ampliando incertezas sobre sua perspectiva para este e o próximo ano. Em Amsterdã, sua ação caía 2,3%.
Antes disso, a americana Nvidia alertou ontem que prevê um encargo de até US$ 5,5 bilhões relacionado a restrições que o governo dos EUA impôs à exportação de seus chips AI H20 para a China, em mais um lance da crescente guerra comercial entre Washington e Pequim.
A Nvidia tombou 6,31% no after hours e mostra perdas semelhantes no pré-mercado de Nova York nesta manhã.
Da agenda macroeconômica, foi confirmado que a taxa anual de inflação ao consumidor (CPI) da zona do euro desacelerou para 2,2% em março, ficando um pouco mais próxima da meta de 2% perseguida pelo Banco Central Europeu (BCE), que amanhã (17) deverá cortar seus juros básicos mais uma vez diante do ambiente comercial nebuloso. O CPI anual do Reino Unido também arrefeceu em março, para 2,6%, mas segue bem acima do objetivo de 2% do Banco da Inglaterra (BoE).
Às 7h19 (de Brasília), a Bolsa de Londres caía 0,34%, a de Paris recuava 0,47% e a de Frankfurt cedia 0,46%. Já as de Milão e Madri tinham perdas de 0,55% e 0,18%, respectivamente. Na contramão, Lisboa subia 0,39%.
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