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Americanos já estão fazendo mudanças financeiras em resposta às tarifas. Veja o que os especialistas recomendam priorizar
Publicado 22/04/2025 • 18:00 | Atualizado há 11 meses
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Publicado 22/04/2025 • 18:00 | Atualizado há 11 meses
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Pexels
Cliente paga com cartão eletrônico.
Mesmo com a suspensão das tarifas recíprocas em vigor, os consumidores americanos já estão antecipando as pressões dos preços mais altos.
A maioria dos americanos — 85% — está preocupada com as tarifas, de acordo com uma nova pesquisa da NerdWallet com mais de 2.000 pessoas realizada este mês.
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Entre as principais preocupações dos consumidores está o fato de que as novas políticas impactarão sua capacidade de comprar itens essenciais e que a economia americana entrará em recessão.
Enquanto isso, rachaduras na confiança do consumidor estão se manifestando em outros lugares.
A pesquisa com consumidores da Universidade de Michigan mostra que o sentimento caiu mais de 30% desde dezembro, devido às preocupações persistentes com uma guerra comercial. O último dado de abril caiu 11% em relação ao mês anterior, o que foi pior do que o esperado.
As preocupações não são infundadas, dizem os especialistas. As tarifas podem custar à família média US$ 3.800 por ano, estima o Laboratório de Orçamento da Universidade de Yale.
“A maioria dos americanos está preocupada com tarifas, e isso está, na verdade, impactando seus planos de gastos”, disse Kimberly Palmer, especialista em finanças pessoais da NerdWallet.
Nos próximos 12 meses, uma parcela significativa dos indivíduos pesquisados pela NerdWallet planeja mudar seus hábitos de consumo, com uma mudança notável para economizar mais.
Especificamente, 45% planejam gastar menos com itens não essenciais, 33% pretendem gastar menos com itens essenciais e 30% planejam economizar mais dinheiro em um fundo de emergência. No entanto, uma porcentagem menor, 14%, prevê pagar menos em suas dívidas.
As tarifas surgem em um momento em que os consumidores já estavam com dificuldades para pagar mantimentos e outros itens essenciais em meio à alta dos preços, de acordo com Palmer.
“Essas tarifas estão aumentando o estresse financeiro e basicamente forçando as pessoas a tomarem decisões difíceis”, disse Palmer. Isso inclui reduzir viagens e compras planejadas de alto valor, como um carro.
Novas pressões econômicas podem fazer com que a renda seja consumida pelo aumento dos preços e pela concorrência de interesses, de acordo com Stephen Kates, planejador financeiro certificado e analista financeiro do Bankrate.
Os consumidores podem ter que fazer escolhas difíceis entre poupar, investir e pagar dívidas.
“Se você não tem nada [economizado], comece com o fundo de emergência”, disse Kates.
As pessoas devem se esforçar para ter pelo menos um mês de despesas essenciais reservadas, no mínimo, disse Kates. O ideal seria algo em torno de três a seis meses de despesas de subsistência, disse ele.
Dessa forma, caso ocorra uma perda de emprego ou outra perda de renda, os consumidores podem se proteger contra dívidas, disse Kates.
Para pessoas que já acumularam saldos de dívidas, priorizar a poupança para emergências ainda faz mais sentido, disse Kates. E se você estiver escolhendo entre poupar para emergências ou poupar para a aposentadoria, a poupança para emergências ainda deve ser a maior prioridade, disse ele.
Certamente, isso não significa necessariamente que as pessoas devam ignorar seus outros objetivos.
Kates discutiu o uso da chamada estratégia da “avalanche de dívidas”.
O foco é pagar primeiro a dívida com a maior taxa de juros — enquanto paga o mínimo das outras —, depois passar para a conta com a segunda maior taxa, e assim por diante. Isso pode proporcionar um retorno imediato e ajudar a liberar dinheiro no orçamento familiar, disse Kates.
Quando se trata de poupança para a aposentadoria, é importante garantir que as pessoas estejam contribuindo o suficiente para aproveitar uma contrapartida, caso seu empregador ofereça uma, disse ele.
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Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
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