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Festivais sertanejos movimentam bilhões e viram pilares da cultura brasileira, diz sócio do Grupo DVT
Publicado 09/05/2025 • 13:38 | Atualizado há 9 meses
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Publicado 09/05/2025 • 13:38 | Atualizado há 9 meses
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Os grandes eventos sertanejos continuam a atrair multidões e a gerar bilhões em receita no Brasil. Um dos destaques de 2025 é o Jaguariúna Rodeo Festival, que terá nomes como Chitãozinho & Xororó e a estrela internacional Kacey Musgraves.
À frente do projeto Circuito Sertanejo, que reúne seis dos principais festivais do gênero no país, Gui Marconi, sócio e diretor do Grupo DVT, destacou o gênero musical: “Sertanejo é o maior segmento musical e cultural do Brasil. A gente costuma comparar com a Fórmula 1, com os grandes prêmios do sertanejo ao longo do ano”, disse, em entrevista ao Times Brasil — Licenciado Exclusivo CNBC nesta sexta-feira (9).
Segundo Marconi, o impacto econômico desses eventos vai muito além da música. “Em Jaguariúna, só na região, são movimentados mais de R$ 200 milhões. Em Barretos, isso passa de R$ 1 bilhão”, disse. Ele também citou a ExpoLondrina, que faz parte do Circuito e registrou quase R$ 2 bilhões em negócios este ano.
“A gente sempre fala que o circuito é muito além dos eventos. É sobre uma cultura, sobre um segmento mesmo”, completou.
Criado após a pandemia, o Circuito Sertanejo organiza e ativa festivais como Barretos, Jaguariúna e Caldas, em parceria com a Globo e marcas patrocinadoras. “O desafio é ainda maior porque são seis grandes eventos, com histórias diferentes, públicos distintos e muitas camadas operacionais. É um trabalho de muito interesse organizado”, disse Marconi, lembrando que Barretos, por exemplo, é promovido há 70 anos por uma associação sem fins lucrativos.
O Grupo DVT, responsável pelo circuito, surgiu da empresa Diverti e hoje reúne também unidades voltadas à tecnologia de bilheteria, marketing e influenciadores.
“Somos um grupo 100% brasileiro, com crescimento orgânico, sem dívida e sem rodada de investimento. Começamos vendendo bebida em Barretos nos anos 1990. Hoje, temos orgulho de manter esse espírito familiar, mesmo com o porte atual”, afirmou.
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