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Haddad terá apoio total do governo para cumprir meta fiscal, diz Alckmin
Publicado 27/05/2025 • 09:44 | Atualizado há 10 meses
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Publicado 27/05/2025 • 09:44 | Atualizado há 10 meses
KEY POINTS
Geraldo Alckmin, Vice-presidente do Brasil
Marcelo Camargo/Agência Brasil
O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, afirmou na segunda-feira (26) que o governo dará total apoio ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad, para alcançar a meta fiscal e evitar déficit nas contas públicas.
Durante o Fórum Nova Indústria Brasil, no BNDES, no Rio de Janeiro, Alckmin declarou que o governo está comprometido com medidas de ajuste fiscal. “Haddad terá todo o nosso apoio para fazermos o que for necessário, contingenciamentos, esforço fiscal, para não termos déficit”, disse.
O vice-presidente também comparou a situação atual com o ano de 2020, primeiro da pandemia de covid-19.
Segundo ele, naquele período, o Brasil teve um déficit primário de 9,1% do PIB, enquanto outros países, como o México, mantiveram níveis muito mais baixos.
“O PIB era de R$ 8,5 trilhões, e o país gastou quase R$ 800 bilhões a mais. Não pagou um centavo da dívida”, criticou.
Alckmin destacou ainda o desempenho da economia em 2024. Apesar da forte seca, o PIB brasileiro cresceu 3,4% e a indústria de transformação, 3,8%. “A indústria automotiva cresceu 9,1% aqui, contra 2% no mundo”, afirmou. Para 2025, ele projeta um ano melhor, com safra recorde e queda na taxa de juros. “É só os juros caírem que a economia cresce”, disse.
Alckmin defendeu a necessidade de uma indústria mais competitiva e voltada para o mercado externo. “Temos que ter obsessão por custo se quisermos competir e conquistar mercados”, afirmou, lembrando que o Brasil representa apenas 2% do PIB mundial.
Ele também manifestou otimismo com a possível assinatura do acordo entre o Mercosul e a União Europeia ainda este ano.
Outro ponto abordado foi o programa Acredita Exportação, que aguarda votação no Senado. O projeto, já aprovado por unanimidade na Câmara, prevê incentivo à exportação por pequenas empresas, com devolução de 3% do valor exportado como crédito tributário. A medida será temporária, até a implementação da reforma tributária.
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