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A Ballena quer faturar R$ 160 milhões e “nadar” nos EUA
Publicado 28/05/2025 • 08:30 | Atualizado há 3 meses
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Publicado 28/05/2025 • 08:30 | Atualizado há 3 meses
KEY POINTS
Quem frequenta a noite paulistana talvez já tenha se deparado com a garrafa rosa que leva o desenho de uma baleia. Trata-se da Ballena, licor à base de tequila que quando servido se assemelha com um iogurte de morango — mas com um punch pouco inocente e que está fazendo sucesso.
No ano passado, a Ballena mais do que triplicou sua receita para um faturamento que superou R$ 70 milhões. Para 2025, ano em que a marca completa três anos de vida, a projeção é que as vendas possam ultrapassar os R$ 160 milhões.
O que anima a companhia é que as vendas em meses de pico superam a marca de 200 mil garrafas. É um número de respeito, ainda mais considerando que a bebida não é das mais baratas. Cada garrafa de 750 ml custa cerca de R$ 130.
A expectativa pelo aumento se dá pelo investimento em marketing (com o patrocínio de esportes aquáticos e automobilismo) e o lançamento de novos sabores: coco e chocolate com caramelo.
Nos últimos anos, a Ballena contou com uma linha de produção terceirizada, mas a ideia é que isso passe a ser feito pela própria companhia. “A gente ainda não fez isso porque o manuseio do leite é um pouco complexo”, diz Fernando Gorayeb, CEO e fundador da Ballena. A tequila é importada do México.
Além de Gorayeb, que já tinha experiência no setor de bebidas em marcas como Easy Booze, St. Pierre, Moving e Fever Tree, a Ballena tem como sócios o fotógrafo Gil Cebola e os empresários Léo Venditto e Vitor Melo.
A projeção de receita é considerada conservadora porque o número pode ser inflado dependendo de como serão as vendas em novos mercados. O primeiro alvo é o mercado americano, cujo desembarque pode acontecer neste trimestre.
A ideia é começar a ganhar o mercado na América do Norte através das vendas online. Dependendo da aceitação do produto, a companhia vai considerar a distribuição para canais físicos.
“Se eu ligar no Walmart e oferecer 10 contêineres, eles vão dizer que ninguém conhece a marca”, diz Gorayeb. "Você precisa criar desejo naquele mercado."
Depois dos EUA, o mesmo processo deve ser feito na Europa. A expectativa é de que as vendas no Velho Continente aconteçam somente no terceiro trimestre. A entrada deve se dar por Portugal.Para impulsionar o plano de internacionalização e de fabricação própria, a Ballena está negociando a captação de um aporte com fundos de investimento. A coluna apurou que o investimento está em fase de due diligence.
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