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‘Essa fusão vai puxar a barra para cima no mercado pet’, diz especialista
Publicado 04/06/2025 • 12:19 | Atualizado há 10 meses
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Publicado 04/06/2025 • 12:19 | Atualizado há 10 meses
KEY POINTS
Foto: Petz/Divulgação
A fusão entre a Petz e a Cobasi foi aprovada, formando uma gigante no setor pet brasileiro. O movimento estratégico entre as duas empresas gerou debates sobre os impactos dessa união na concorrência e nos próximos passos do mercado.
Em entrevista ao Times Brasil — Licenciado Exclusivo CNBC, nesta quarta-feira (4), Denis Morante, sócio-fundador da butique de M&As Fortezza Partners, avaliou que a união já era esperada há muitos anos e representa um marco de consolidação no setor.
Segundo ele, esse movimento vinha sendo especulado há mais de 15 anos. Agora concretizada, a fusão deve formar um grupo com uma fatia de mercado entre 10% e 15% no Brasil — índice considerado aceitável do ponto de vista de concentração pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
“Apesar de, num primeiro momento, muita gente achar que isso pode prejudicar a concorrência, minha visão é mais otimista”, afirmou Morante. Para ele, a união de duas grandes forças com alocação de capital e eficiência elevará o nível de exigência no mercado, incentivando a profissionalização e o crescimento dos concorrentes.
“De certa maneira, isso vai puxar a barra para cima de todos os competidores, que vão, sim, ter espaço para crescer no Brasil. As duas empresas não dominam o país inteiro, e há muitas regiões ainda em disputa”, explicou.
Sobre a análise do Cade, Morante lembrou que ainda restam 25 dias para eventuais contestações. No entanto, ele acredita que não devem surgir surpresas.
“Os opositores já tiveram todo o tempo do mundo para se manifestar ao longo do processo. Agora pode até aparecer alguma coisa, mas nada que inviabilize a implementação”, disse.
Ele também destacou uma possível preocupação do ponto de vista da mão de obra especializada.
“Os médicos-veterinários podem ter apreensão com essa consolidação, já que ambas as empresas possuem centros de serviços e hospitais. A concorrência também vai ter que se movimentar”, afirmou.
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