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“Antes de dezembro, vamos assinar o acordo Mercosul-União Europeia”, afirma Lula em Paris
Publicado 06/06/2025 • 13:17 | Atualizado há 9 meses
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Publicado 06/06/2025 • 13:17 | Atualizado há 9 meses
KEY POINTS
Durante discurso em Paris, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que pretende assinar o acordo entre o Mercosul e a União Europeia até o fim deste ano. Segundo o presidente, a negociação é uma “necessidade para o Mercosul, para a União Europeia e para o mundo”.
“Antes de eu terminar a presidência do Mercosul, esteja preparado porque nós vamos assinar o acordo União Europeia e Mercosul”, disse Lula. O chefe do Executivo brasileiro assumirá a presidência temporária do bloco sul-americano em julho e pretende concluir as tratativas até dezembro.
O presidente defendeu a ampliação do comércio bilateral entre Brasil e França, atualmente em cerca de US$ 10 bilhões por ano. Lula propôs a meta de alcançar US$ 20 bilhões na próxima década e criticou o protecionismo econômico. Para ele, é preciso estimular o multilateralismo e combater a tendência de fechamento de mercados.
Lula também afirmou que a agricultura brasileira e a francesa são complementares e que a aproximação entre os produtores pode esclarecer divergências no acordo comercial. “Por que eu não posso comprar um franguinho francês e os franceses não podem comprar um franguinho brasileiro? O comércio binacional é uma via de duas mãos”, declarou.
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Durante o discurso, Lula celebrou a certificação do sistema de sanidade agropecuária brasileira pela Organização Mundial da Saúde Animal. Ele convidou empresários e técnicos franceses a visitarem o Brasil para conhecer as práticas adotadas. “Na desconfiança, visite o Brasil”, sugeriu.
O presidente também destacou parcerias industriais em andamento, como o programa de submarinos nucleares e a fábrica de helicópteros em Itajubá (MG). Segundo ele, esses projetos são estratégicos para a segurança nacional e para a integração das cadeias produtivas entre os dois países.
Lula citou o Sistema Único de Saúde (SUS) como um diferencial brasileiro, lembrando que a estrutura foi essencial no enfrentamento da pandemia de Covid-19. Anunciou ainda investimentos na indústria da saúde e no programa “Agora Tem Especialista”, para reduzir filas de exames e consultas especializadas.
O presidente afirmou que pretende reforçar as relações comerciais com países como Índia, Egito e Indonésia, e que o Brasil precisa aproveitar o potencial de mercados internacionais. “Quem quiser vender, se prepare, porque o que não falta é consumidor”, disse.
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