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Prática de ioga com filhotes vira marca registrada e mostra alta do mercado de saúde e bem-estar
Publicado 06/06/2025 • 21:51 | Atualizado há 8 meses
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Publicado 06/06/2025 • 21:51 | Atualizado há 8 meses
Puppy Yoga é o primeiro do Brasil a ter marca registrada
Duda Gomes
O ioga ganhou uma nova forma de ser praticado: o Puppy Yoga. Nessa modalidade, as aulas acontecem na companhia de filhotes de cachorro, que circulam livremente pelo ambiente, permitindo que os participantes interajam com eles enquanto realizam os exercícios. A proposta une bem-estar físico com momentos de leveza, afeto e fofura.
Uma inspiração internacional influenciou Dani Barssalos a fundar e patentear sua marca aos 31 anos, o que mais tarde se tornaria o primeiro Puppy Yoga do Brasil. A iniciativa surgiu após uma migração de carreira. Então contadora, Dani resolveu mudar completamente de área durante a pandemia, para sair do mundo corporativo que já não a agradava mais. Foi nessa época que começou a fazer cursos de instrução de ioga, dar aulas e, posteriormente, decidiu abrir sua própria academia: o Rebel Yoga.
A intenção da empresária era desmistificar esse exercício, que costuma vir carregado de estigmas: “Eu queria trazer práticas diferentes, em que as pessoas se interessassem por ioga, sem aquele estereótipo do ‘namastê’”. Dani conta que, além disso, queria trazer um objetivo social para as aulas.
Foi assim que a empresária resolveu juntar os negócios do mercado de bem-estar com ativismo. O projeto do Puppy Yoga é em parceria com instituições e ONGs voltadas à causa animal, e as aulas, além de promoverem uma experiência diferente, se aliam ao fomento da adoção — ao final, os alunos podem iniciar o processo de levar um filhote para casa.

Também sócia de outras academias de ioga, como a Awake Yoga Studio (mais focada em aulas), Dani investe em experiências imersivas que se diferenciam e promovem identificação de sua marca.
Já a Rebel Yoga, que hoje não é mais um estúdio, é uma empresa que organiza eventos deste universo, também promove aulas de ‘Wine Yoga’, em que os participantes podem fazer os exercícios enquanto degustam vinhos.
Segundo a fundadora, esses eventos servem para tirar o “peso” do exercício e estimular a socialização, para que a prática saia de um lugar “chato” para um ambiente mais divertido. “O objetivo é espalhar o wellness de uma maneira um pouco mais leve, mais descontraída. Assim, as pessoas podem entender que não é tão difícil fazer algo que te faz bem de várias maneiras”, explicou Dani.
A iniciativa do Puppy Yoga tem gerado bons resultados, além de já ter gerado mais de 200 adoções em dois anos, a empresa arrecada entre R$ 5 mil e R$ 18 mil por evento, e parte da arrecadação é destinada às ONGs parceiras.
O resultado vai além e gera parcerias com marcas variadas como a Petz, The Hungry Dog, Quinto Andar, Roche, e marcas de moda fitness. A Dengo Chocolates é uma parceira que fornece sua loja em Pinheiros para alguns dos eventos do Puppy Yoga.
Por enquanto, as aulas com filhotinhos são apenas em São Paulo, mas, segundo Dani Barssalos, serão expandidas para outros lugares do Brasil ainda este ano, para atender à demanda crescente.
“A gente começou com aula para poucos alunos e teve muita aceitação, o que gera muita procura hoje em dia. Atualmente, por exemplo, a gente tem uma lista de espera de 700 pessoas para os próximos eventos”. Dani diz que essa crescente procura se dá pela satisfação dos alunos após as aulas: “É impossível sair triste depois do Puppy Yoga, e as pessoas voltam ou chamam outras e vão espalhando. A gente tem realmente feedbacks muito positivos”.

Segundo relatório da Grand View Research, o mercado global de ioga foi estimado em US$ 107,1 bilhões em 2023 e espera-se que cresça a uma taxa composta de crescimento anual de 9,4% até 2030.
No Brasil, estima-se que cerca de 5 milhões de pessoas pratiquem ioga, de acordo com um levantamento do Summit Saúde realizado em 2023. No entanto, esses números podem ser maiores, já que muitas pessoas praticam a atividade de forma independente, em casa, sem vínculo com academias ou instituições formais.
Os fatores que impulsionam o mercado incluem a crescente conscientização sobre saúde e bem-estar entre os consumidores e o aumento da popularidade de cursos de ioga online.
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