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Presidente da Fiesp vê resistência a cortes de gastos porque ninguém quer abrir ‘mão de nada’
Publicado 12/06/2025 • 18:01 | Atualizado há 9 meses
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Publicado 12/06/2025 • 18:01 | Atualizado há 9 meses
KEY POINTS
Paulo Pinto/Agência Brasil
Josué Gomes da Silva, presidente da FIESP
O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Josué Gomes da Silva, afirmou que há consenso de que as contas públicas necessitam de ajuste, mas que é preciso que todos façam “exame de consciência” para ver como podem contribuir.
“Todos nós entendemos que as contas públicas não podem permanecer como estão. Pressionam os juros para patamares absurdamente elevados, tolhem o investimento, que é a melhor maneira de promover os crescimentos sustentáveis. Há um consenso do que fazer, mas não há um consenso do como fazer”, disse ele, durante o Fórum Data Center Brasil: Economia, Regulação e Oportunidades, realizado na manhã desta quinta-feira (12) pela instituição.
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“Cada um de nós quer que o ajuste das contas públicas seja feito no vizinho. Ninguém abre mão de nada, seja nas políticas públicas de gastos, seja nas políticas públicas de subsídios e incentivos, que são dados muitas vezes em momentos importantes, relevantes, que precisam ter sido dados, justificáveis, mas que vão sendo prorrogados a infinito”, completou o presidente da Fiesp.
Para Gomes, além de atuar junto aos Poderes para atuar neste sentido, é preciso que o setor produtivo e a sociedade avalie onde precisa se ajustar” para que o Brasil possa ter um período de crescimento importante, sustentado, movido a investimentos e produtividade”, ele concluiu.
A Fiesp divulgou um comunicado oficial do presidente sobre o assunto:
“O Executivo quer manter seu nível de despesas, seguir com seus programas, e para isso precisa arrecadar muito. Tentando propor equilíbrio das contas públicas lança medidas pontuais, sem diálogo com a sociedade, e, pior, sem estruturá-las em um plano nacional.
O Legislativo critica as propostas do governo, já antecipando posições eleitorais, não oferece alternativas e finge não ser um dos grandes responsáveis pelo desequilíbrio das contas públicas. As emendas parlamentares hoje representam 25% do orçamento discricionário e atingiram o valor exorbitante de cerca de R$ 50 bilhões.
O Judiciário não abre mão de suas vantagens pecuniárias que levam a remuneração acima do teto salarial constitucional.
Ou seja, ou sentamos como adultos numa mesa – Executivo, Legislativo, Judiciário, empresários dos setores produtivo e financeiro, trabalhadores e representantes da sociedade civil –, em busca de entendimento para construção de um projeto para a nação, ou afundaremos todos juntos”.
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