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Mercado formal registra crescimento em todos os setores da economia
Publicado 03/07/2025 • 11:26 | Atualizado há 8 meses
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Publicado 03/07/2025 • 11:26 | Atualizado há 8 meses
KEY POINTS
Marcelo Camargo/Agência Brasil
Taxa de desemprego cai para 5,4%, o menor nível desde 2012; massa de rendimento atinge recorde de R$ 357,3 bilhões
O mercado formal de trabalho teve saldo de 149 mil vagas em maio, com crescimento em todos os setores da economia. No ano, são 1 milhão de postos de trabalho com carteira assinada a mais.
Em 12 meses, o saldo chega a 1,6 milhão, atingindo estoque recorde de 48,2 milhões de vagas, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego.
Os números mostram que o mercado segue aquecido, mas o perfil do emprego criado é mais restrito. A contratação predominante, em maio, foi de jovens de 18 a 24 anos (65,8% do total), pardos (79,5%) e com ensino médio (76%).
Além disso, apenas duas faixas de rendimento registram alta: foram 116,2 mil vagas abertas com salário de 1 a 1,5 salário mínimo e 45,3 mil de até 1 mínimo (R$ 1.518). De dois salários mínimos em diante, o número de vagas diminui, segundo o Caged.
O padrão se repete no período de janeiro a maio. São 555 mil jovens de 18 a 24 anos contratados (52,8%), 769 mil pardos (73,2%) e 732 mil com ensino médio (69,6%). O comércio, que inclui reparação de veículos, tem estoque de 10,6 milhões de empregos formais, 22% do total, o que é praticamente a mesma participação de um ano atrás (22,1%), mas com 338 mil vagas a mais. Dos 10,6 milhões de maio, 7,3 milhões são do varejo.
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O levantamento mostra ainda que o salário médio real (descontada a inflação) não avança. O valor em maio foi de R$ 2.248,71 (o que representa reduções de 0,49% no mês e de 0,05% em relação a 2024).
Segundo o IBGE, é comum que o salário médio de admissão seja menor que o de desligamento. Ou seja, o empregado que entra recebe menos do que aquele que sai. Apenas no mês de maio, o setor de serviços criou 70,1 mil vagas, crescimento de 0,3% no estoque.
No comércio, o saldo foi de 23,3 mil (+0,22%) e na indústria, de 21,6 mil (+0,24%). Percentualmente, a maior alta foi da agropecuária: 0,94%, o que corresponde a um saldo de 17,3 mil postos de trabalho. O nível de emprego na construção aumentou 0,56% (16,7 mil empregos formais).
No acumulado de 2025, os serviços somam 563 mil vagas, expansão de 2,44%, enquanto a indústria abre 209,7 mil (+2,35%). Na sequência, vêm construção (149,2 mil, +5,22%), agropecuária (72,6 mil, +4,04%) e comércio (56,7 mil, +0,54%).
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