STF faz audiência de conciliação sobre privatização de serviços funerários em SP
Publicado 04/12/2024 • 16:38 | Atualizado há 5 meses
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Publicado 04/12/2024 • 16:38 | Atualizado há 5 meses
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Dino determinou que São Paulo retornasse aos valores cobrados antes da concessão para serviços cemiteriais.
Foto: Lula Marques/Agência Brasil
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), marcou para esta quinta-feira, 5, às 10h, uma audiência de conciliação para discutir sobre a privatização dos serviços funerários, cemiteriais e de cremação em São Paulo.
Representantes dos seguintes órgãos devem participar:
No último dia 24 de novembro, Dino determinou que São Paulo retornasse aos valores cobrados antes da concessão para serviços cemiteriais. A decisão, que atende a uma ação do PCdoB, alega que práticas comerciais adotadas pelas concessionárias ferem princípios constitucionais.
O prefeito Ricardo Nunes (MDB) nega que a concessão tenha gerado aumento de preços. Segundo ele, os valores permanecem nos níveis de 2019, ajustados apenas pela inflação. Nunes alertou que a decisão pode impactar um desconto planejado de 25% para funerais sociais e afirmou estar em diálogo com o STF para reverter a medida.
Desde janeiro de 2024, empresas como Consolare, Cortel, Maya e Velar assumiram a gestão de 22 cemitérios e crematórios públicos da cidade. Contudo, em maio, usuários do Cemitério Quarta Parada, administrado pela Consolare, relataram boletos de cerca de R$ 700 emitidos após um recadastramento obrigatório.
O Sindicato dos Servidores Municipais de São Paulo (Sindsep) apontou que os custos de pacotes funerários triplicaram em metade dos cemitérios sob concessão. Apesar disso, a Prefeitura assegura que pacotes básicos continuam acessíveis para toda a população, com preços regulamentados.
A audiência no STF busca esclarecer as consequências econômicas e sociais das privatizações, além de mediar possíveis ajustes no modelo de concessão para preservar o acesso da população aos serviços essenciais.
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