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Projéteis que mataram CEO em NY tinham mensagens escritas, diz polícia
Publicado 06/12/2024 • 13:37 | Atualizado há 1 ano
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Publicado 06/12/2024 • 13:37 | Atualizado há 1 ano
KEY POINTS
Imagem do suspeito pelo assassinato do CEO da UnitedHealthcare, Brian Thompson.
Foto: NYPD
De acordo com fontes policiais citadas pela NBC News, os cartuchos das balas usados no assassinato de Brian Thompson, CEO da UnitedHealthcare, traziam palavras escritas à mão: “negar” (deny), “defender” (defend) e “depor” (depose). O crime aconteceu na última quarta-feira (6), em Nova York.
As palavras remetem ao título de um livro de 2010, “Delay Deny Defend”, que critica práticas de seguradoras e tem como subtítulo: “Por que as seguradoras não pagam indenizações e o que você pode fazer sobre isso”.
A UnitedHealthcare, subsidiária do UnitedHealth Group, é a maior seguradora privada dos Estados Unidos e tem sido alvo de controvérsias devido ao índice elevado de rejeição de pedidos de cobertura médica.

Thompson, de 50 anos, era casado e pai de dois filhos. Ele foi abordado por um atirador mascarado armado com uma pistola equipada com silenciador. O crime aconteceu em frente ao hotel na West 54th Street, próximo à Sexta Avenida, enquanto Thompson se dirigia a uma reunião de investidores do UnitedHealth.
O atirador fugiu de bicicleta pelo Central Park e ainda não foi localizado. No local do crime, a polícia encontrou três cartuchos de balas de 9 milímetros usados e três munições intactas.
As autoridades seguem investigando o caso, que chocou o setor corporativo e reacendeu o debate sobre práticas empresariais e segurança pública.
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Juliana Colombo é jornalista especializada em economia e negócios. Já trabalhou nas principais redações do país, como Valor Econômico, Forbes, Folha de S. Paulo e Rede Globo.
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