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Accor x Marriott: nova bandeira hoteleira chega ao Brasil e acirra concorrência
Publicado 27/12/2025 • 07:00 | Atualizado há 3 semanas
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Publicado 27/12/2025 • 07:00 | Atualizado há 3 semanas
KEY POINTS
Na hora de planejar uma viagem, o consumidor brasileiro costuma equilibrar preço e conforto. Além de tarifas acessíveis, itens como um bom café da manhã e quartos funcionais pesam cada vez mais na decisão. Esse comportamento tem impulsionado os hotéis econômicos e, sobretudo, o segmento midscale, que combina valores competitivos com um padrão mais elevado de acomodação.
Em 2024, os hotéis midscale foram a categoria que mais avançou no país. A taxa de ocupação cresceu 2%, em um ano considerado positivo para a hotelaria como um todo. Para os próximos anos, o cenário segue otimista: o setor projeta investimentos de cerca de R$ 8 bilhões até 2028, movimento que vem chamando a atenção de grandes grupos globais.
Um deles é a Marriott, multinacional americana tradicionalmente associada ao luxo, mas que opera um portfólio amplo, com cerca de 9 mil hotéis de mais de 30 marcas em mais de 140 países. Para ampliar sua presença no Brasil, a empresa aposta na bandeira City Express, com foco inicial no Nordeste.
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Segundo Renato Carvalho, gerente de desenvolvimento da Marriott, a marca passou por um processo de adaptação ao mercado local. “City Express by Marriott foi uma compra que nós efetuamos há dois anos. Tropicalizamos a marca para trazê-la ao Brasil. Primeiro, fizemos um acordo estratégico com uma fábrica de hotéis para desenvolver 30 unidades ao longo dos próximos 15 anos no Nordeste”, afirma. “O plano é expandir essa marca de forma muito forte no Brasil e na América Latina.”
Abel Castro, executivo de desenvolvimento da Accor nas Américas, destaca que o crescimento ocorre tanto nas grandes capitais quanto em rotas estratégicas. “Cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Salvador e Fortaleza ainda têm potencial de desenvolvimento para hotéis da marca Ibis e de outras marcas do grupo”, afirma. “No último ano, assinamos vários contratos na chamada rota do agro, em cidades como Sorriso, Sinop, Luís Eduardo Magalhães e Araxá, principalmente polos ligados ao agronegócio, à indústria e à logística, onde havia demanda reprimida por hotelaria.”
Tanto a Marriott quanto a Accor operam majoritariamente no modelo asset light, no qual a empresa evita investir diretamente em ativos físicos. “Todo o nosso investimento é voltado à construção de marca, marketing, distribuição e tecnologia, o que a gente chama de software dos hotéis. O hardware, que é a construção, normalmente fica a cargo de investidores locais”, explica Castro.
Com mais recursos disponíveis, o setor vê espaço para avançar em novos formatos. A Accor, por exemplo, aposta na expansão da Tribe, marca adquirida há cerca de quatro anos. “É uma marca que nasceu na Austrália, em Perth, com um conceito mais descolado, ligado a design, arquitetura, serviços e música”, afirma Castro. A estreia no Brasil será em Belo Horizonte, mas há negociações em andamento em outras regiões do país.
Já a Marriott aposta no crescimento dos chamados branded residences, residenciais associados a marcas hoteleiras. “Lá fora isso é muito comum. Dentro da Marriott, somos líderes nesse mercado, com mais de 150 residenciais com marca em operação ou no pipeline”, diz Renato Carvalho. No Brasil, o modelo começou com o W São Paulo Hotel & Residences e já ganhou um novo projeto de alto luxo recém-assinado na capital paulista, que combina hotel e residências.
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