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Alckmin admite percalço no acordo Mercosul-UE, mas diz que governo vai ‘acelerar’ sua parte
Publicado 27/01/2026 • 19:36 | Atualizado há 1 hora
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Publicado 27/01/2026 • 19:36 | Atualizado há 1 hora
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Vice-presidente da República e ministro do MDIC, Geraldo Alckmin (PSB).
Reprodução/CanalGov
O presidente em exercício e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin, afirmou nesta terça-feira (27) que houve um “percalço” na tramitação do acordo entre Mercosul e a União Europeia, mas que o governo brasileiro vai “acelerar” para superar a sua parte das barreiras que impedem que o tratado entre em vigor.
Na semana passada, o Parlamento Europeu solicitou ao Tribunal de Justiça da União Europeia um parecer jurídico sobre a conformidade do acordo Mercosul-UE com os tratados do bloco, o que paralisou a implementação do pacto.
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“Tivemos um percalço, que é questão jurídica, mas o Brasil vai acelerar a sua parte. O presidente Lula encaminhará ao Congresso Nacional o pedido para a internalização do acordo no nosso País” disse Alckmin.
O presidente em exercício disse ainda que o acordo de adequação de dados pessoais entre o Brasil e a União Europeia deve elevar o comércio digital entre o país e o bloco europeu em quase dois dígitos. Alckmin apontou ainda que o acordo entre Mercosul e a UE abre inúmeras oportunidades de negócios bilaterais, como terras raras e minerais estratégicos.
“Somos vocacionados a trabalhar juntos: Brasil, Mercosul e União Europeia. Este acordo que hoje celebramos vem ao encontro desse acordo histórico que é o do Mercosul e a União Europeia. Fortalece, agiliza e complementa. As oportunidades são inúmeras: terras raras, minerais estratégicos. Nós temos inúmeras oportunidades de termos investimentos, complementaridade econômica e integração produtiva”, disse o presidente em exercício.
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Nesta terça, Alckmin fez o reconhecimento da reciprocidade entre Brasil e União Europeia da equivalência dos padrões elevados de dados de sistemas de proteção de dados pessoais e da privacidade.
De acordo com a Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom), a decisão funciona como um marco jurídico de confiança para a garantia da transferência internacional de dados pessoais entre o Brasil e a UE.
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Jornalista formada pela Universidade Mackenzie e pós-graduada em economia no Insper. Tem passagem pela Climatempo, CNN Brasil, PicPay e Revista Oeste. É redatora de finanças no Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC. Eleita uma das 50 jornalistas +Admiradas da Imprensa de Economia, Negócios e Finanças de 2024.
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