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Minas constata danos ambientais após vazamento em estruturas da Vale
Publicado 27/01/2026 • 19:19 | Atualizado há 9 meses
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Publicado 27/01/2026 • 19:19 | Atualizado há 9 meses
KEY POINTS
REUTERS/Washington Alves/Foto de arquivo
Vale
O governo de Minas Gerais informou ter identificado danos ambientais decorrentes do vazamento de água e lama de duas estruturas de drenagem (sumps ou sumidouros) da mineradora Vale na cidade de Congonhas. De acordo com o governo mineiro, houve carregamento de sedimentos e assoreamento de córregos na região.
A Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) de Minas Gerais determinou que a Vale cumpra uma série de medidas emergenciais, incluindo ações de limpeza e monitoramento do curso d’água atingido. A mineradora também deverá apresentar plano de recuperação para limpeza das margens, desassoreamento e outras ações necessárias para a recuperação do córrego.
Leia mais:
Prefeitura de Congonhas suspende alvarás da Vale após vazamentos em minas
A Vale será autuada pelo governo mineiro por “intervenções que resultaram em poluição e danos aos recursos hídricos e ao meio ambiente, além de possível prejuízo à saúde e ao bem-estar da população” e por “não comunicar o acidente ambiental dentro do prazo legal de até duas horas após a ocorrência”.
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Siga o Times | CNBCO Estadão questionou a Vale sobre as autuações, mas não houve resposta até a publicação desta reportagem. O espaço segue aberto. A prefeitura de Congonhas suspendeu os alvarás de funcionamento da Vale no município.
O primeiro vazamento ocorreu na mina chamada Fábrica, no domingo 25.Poucas horas depois, no mesmo dia, vazou água e lama na mina Viga. Cerca de 260 mil metros cúbicos de água vazaram para rios de Congonhas.
A prefeitura de Congonhas havia informado que ninguém se feriu, o abastecimento de água da cidade não foi afetado e comunidades e vias não foram atingidas nem sofreram danos.
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