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Alta no preço dos imóveis residenciais supera inflação e atinge 5,46% em 12 meses
Publicado 05/08/2026 • 09:15 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 05/08/2026 • 09:15 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Marcos Santos/ USP Imagens
O mercado imobiliário residencial brasileiro segue em trajetória de valorização. Em julho, o Índice FipeZAP registrou alta média de 0,46% no preço de venda de imóveis residenciais, repetindo praticamente o ritmo verificado no mês anterior (+0,45%). No acumulado dos primeiros sete meses do ano, os imóveis acumulam alta de 2,89%, enquanto a variação em 12 meses alcança 5,46%.
Em termos de preço médio, o valor apurado no conjunto de cidades monitoradas foi de R$ 9.900/m². A alta de 0,46% superou a prévia da inflação oficial ao consumidor (IPCA-15/IBGE, que subiu +0,06%) e contrastou com a retração do IGP-M/FGV (-1,16%) no mês.
Analisando por tipologias, as unidades com um dormitório lideraram a valorização, com alta de +0,55% em julho e +7,29% em 12 meses, registrando um preço médio de R$ 12.123/m², ao passo que os imóveis de dois dormitórios apresentaram a menor variação mensal (+0,39%), com preço médio de R$ 8.886/m².
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A alta de preços em julho abrangia 49 das 56 cidades monitoradas, incluindo 18 das 22 capitais que compõem o índice. Entre as capitais, os maiores destaques positivos no mês foram Vitória (ES), com +1,56%; Recife (PE), com +1,19%; Aracaju (SE), com +1,17%; e Manaus (AM), com +1,08%. Em sentido oposto, houve retração nos preços em Campo Grande (MS), com -0,64%; Porto Alegre (RS), com -0,32%; Belo Horizonte (MG), com -0,20%; e Maceió (AL), com -0,04%.
O ranking de preço médio por metro quadrado entre as capitais é liderado por Vitória (ES), com R$ 15.448/m²; seguida por Florianópolis (SC), com R$ 13.461/m²; São Paulo (SP), com R$ 12.099/m²; Curitiba (PR), com R$ 11.761/m²; e Rio de Janeiro (RJ), com R$ 11.131/m². No outro extremo, Aracaju (SE) registrou o menor preço médio entre as capitais, cotado a R$ 5.764/m².
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