Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
As principais ações e setores impactados pelas tarifas de Trump nesta segunda-feira
Publicado 03/02/2025 • 12:09 | Atualizado há 2 anos
Irã diz que ameaças de Trump são sinal de ‘desespero estratégico’ e apresenta condições para reabertura de Ormuz
Qualcomm lança chip Android desenvolvido para IA em meio à escassez de memória que afeta o mercado de smartphones
Trump divulga 1.156 transações e movimenta até US$ 270 milhões em investimentos, incluindo Amazon e Microsoft
Ações da Alibaba disparam após empresa revelar novo chip de IA e planos para data centers
Trump pressionará Zelensky por trégua energética e diz que Rússia “perdeu o controle” do petróleo por causa da guerra
Publicado 03/02/2025 • 12:09 | Atualizado há 2 anos
KEY POINTS
Donald Trump em dezembro de 2024.
Fotos públicas
O mercado de ações dos EUA foi abalado quando o presidente Donald Trump deu início a uma possível guerra comercial global. As ações de empresas de setores como automotivo, industrial, varejo e bebidas, com cadeias de suprimentos internacionais, foram particularmente impactadas.
No sábado, Trump impôs uma tarifa de 25% sobre produtos do México e do Canadá, além de adicionar um imposto de 10% sobre as importações da China.
O Canadá respondeu com tarifas retaliatórias, enquanto o México anunciou que estudaria a possibilidade de aplicar taxas sobre importações dos EUA. Trump também intensificou suas ameaças tarifárias à União Europeia.
Leia também:
As tarifas podem não apenas aumentar o custo do transporte de mercadorias através das fronteiras, mas também desorganizar as cadeias de suprimentos e prejudicar a confiança dos negócios. O Goldman Sachs alertou que a mais recente ação de Trump poderia causar uma queda de 5% nas ações dos EUA devido ao impacto nos lucros corporativos.
A seguir, algumas das indústrias e ações mais afetadas:
Essas tarifas podem ter um impacto significativo na indústria automotiva global, que depende fortemente das operações de fabricação na América do Norte.
As três grandes montadoras de Detroit — General Motors, Ford e Stellantis — podem sentir os efeitos da interrupção das cadeias de suprimentos devido às tarifas e podem ser forçadas a transferir a produção de fábricas estrangeiras para os Estados Unidos.
Por volta de 12h (horário de Brasília), as ações da General Motors (GM) caíam mais de 6%, a US$ 46.
A Constellation Brands, grande importadora de bebidas alcoólicas do México, lidera a queda das ações do setor de bebidas alcoólicas. Além disso, o Canadá ameaçou retirar as bebidas alcoólicas americanas de suas prateleiras de bebidas governamentais como resposta às tarifas de 25% impostas por Trump.
A rede de restaurantes Chipotle Mexican Grill e a empresa de abacates Calavo Growers podem sentir os efeitos de um aumento nos custos dos insumos, já que essas empresas importam abacates do México.
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCMarcas de roupas esportivas como Nike e Lululemon podem ser vulneráveis às tarifas de Trump devido à forte dependência das importações da China, incluindo tecidos. Seus negócios substanciais na China também podem ser prejudicados pelo sentimento negativo gerado pela guerra comercial.
Varejistas de descontos, como Five Below e Dollar General, podem ser as empresas mais afetadas, já que as importações da China geralmente representam uma parte significativa de suas vendas. Outra vítima pode ser a Canada Goose, uma empresa canadense de roupas de luxo.
As tarifas podem prejudicar as operadoras ferroviárias, já que altos impostos podem desacelerar o fluxo de mercadorias transportadas para os EUA, afetando suas receitas e lucros.
A Union Pacific Corporation, uma empresa ferroviária que transporta cargas para e da Costa Atlântica, Costa do Pacífico, Sudeste, Sudoeste, Canadá e México, está exposta às tarifas. A Norfolk Southern e a Canadian Pacific Kansas City também estão vulneráveis.
As tarifas de Trump também visaram uma cláusula comercial que ajudou a impulsionar o crescimento explosivo de varejistas online de baixo custo, incluindo a Temu.
As ordens contra a China, o Canadá e o México interrompem uma isenção comercial conhecida como “de minimis”, que permite que exportadores enviem pacotes com valor inferior a US$ 800 para os EUA sem taxas.
A Temu, controlada pela PDD Holdings, e a AliExpress, da Alibaba, podem não ser mais capazes de aproveitar essa brecha para vender roupas baratas, itens para o lar e eletrônicos.
–
📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL:
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 NAS PRÓXIMAS SEMANAS: FAST Channels: Samsung TV Plus, Pluto, TCL, LG Channels | Novos Streamings
Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
Maiores Audiências
1
Snoopy no Starbucks: quanto vai custar a coleção de Halloween no Brasil?
2
Resultado da Lotofácil 3786; confira as dezenas do concurso com prêmio de R$ 2 milhões
3
Após morte, cantor Rick deixa suposta herança milionária; veja valor
4
Destroços de helicóptero com cantor Rick são encontrados em SC; não há sobreviventes
5
Preços do petróleo caem após notícia de que Arábia Saudita pretende reativar oleoduto estratégico nesta semana
Consumo de café no Brasil cresce 4,65% no 2º quadrimestre impulsionado por queda nos preços ao consumidor
BRB terá de explicar à Justiça contratação direta da Genial, mesmo após desistir da venda de Financeira