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Banco Master: diretor da PF diz que crimes podem atingir valor bilionário
Publicado 18/11/2025 • 16:13 | Atualizado há 3 meses
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Publicado 18/11/2025 • 16:13 | Atualizado há 3 meses
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Divulgação
Banco Master
O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, afirmou nesta terça-feira (18) que as suspeitas de crimes envolvendo a tentativa de venda do Banco Master para o Banco de Brasília (BRB) podem girar em torno de R$ 12 bilhões.
Rodrigues foi ouvido na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) no Senado que investiga o crime organizado. Ele falava sobre a necessidade de uma definição mais precisa de “crime organizado”, para não chamar qualquer atuação criminosa com essa denominação, quando mencionou o caso Master.
“Estamos fazendo uma operação importante, numa integração com o Banco Central, Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), atuando em conjunto para um crime contra o sistema financeiro. Isso está sendo apurado, mas fala-se em R$ 12 bilhões que envolvem esse crime sob investigação hoje, com várias prisões”, declarou.
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Segundo a investigação, o BRB transferiu cerca de R$ 12,2 bilhões ao Master no primeiro semestre de 2025 para a compra de carteiras de crédito, antes mesmo de formalizar a intenção de comprar o banco. Quando o Banco Central analisou o negócio, constatou indícios de que essas carteiras de crédito eram falsas – ou seja, simplesmente não existiam.
A PF prendeu nesta terça-feira o dono do Master, Daniel Vorcaro, na operação mencionada por Rodrigues. O presidente do banco estatal do governo do Distrito Federal, Paulo Henrique Costa, foi afastado do cargo.
O Banco Central também decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master, menos de um dia depois de o Grupo Fictor ter indicado interesse em comprar a instituição.
Vorcaro foi detido ainda na noite da segunda-feira (17). Isso porque a PF suspeita que ele tentou fugir do País, como mostrou o Estadão.
O dono do Banco Master tentou embarcar em um jatinho particular com destino ao exterior. Porém, foi interceptado pela Polícia Federal no aeroporto, onde recebeu a ordem de prisão, por volta das 22 horas.
A PF já monitorava os passos de Vorcaro antes de deflagrar a operação desta terça-feira. Os investigadores detectaram que ele organizava uma tentativa de fuga pelo Aeroporto de Guarulhos. A suspeita é de que a informação do mandado de prisão já havia vazado para o banqueiro e ele buscava escapar.
Procurada, a defesa do empresário ainda não se manifestou. Vorcaro foi levado para a Superintendência da PF em São Paulo.
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