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BNDES: Fundo Clima já recebeu US$ 2 bi e em 2025 será colocado igual valor, diz Nelson Barbosa
Publicado 05/07/2025 • 11:41 | Atualizado há 7 meses
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Publicado 05/07/2025 • 11:41 | Atualizado há 7 meses
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Nelson Barbosa, diretor de Planejamento e Estruturação de Projetos do BNDES.
Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
O diretor de Planejamento e Relacionamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Nelson Barbosa, disse nesta sexta-feira (4), que Fundo Clima já recebeu US$ 2 bilhões no terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas receberá outros US$ 2 ainda bilhões neste ano, através de captações domésticas e internacionais feitas pelo Tesouro Nacional.
“E com isso a gente consegue fazer financiamento com taxas concessionais, na qual o Tesouro Nacional brasileiro assume o risco cambial, e permite financiar investimento em transição energética, desenvolvimento urbano, aumento de eficiência produtiva e descarbonização”, declarou o diretor do BNDES.
Barbosa discursou durante o 10º Encontro Anual do Conselho de Governadores do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB, na sigla em inglês), também conhecido como o Banco dos Brics. O diretor substituiu no evento o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, previsto inicialmente na programação. “A mudança climática chegou e não é possível esperar”, afirmou.
“O Brasil é um dos países mais afetados pela transição climática.” Barbosa lembrou que o setor agropecuário tem grande relevância na economia brasileira, sendo muito dependente do regime de chuvas.
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Além disso, as hidrelétricas também têm participação relevante na matriz energética do país, dependendo também do regime de chuvas. “Estamos enfrentando três grandes desafios, três grandes transições. A transição climática e energética, a transição demográfica e a transição tecnológica”, enumerou Barbosa.
Sobre a inteligência artificial, ele diz que é papel do governo administrar a transição tecnológica sem coibir o avanço da tecnologia em si. “A IA (inteligência artificial) vai mudar bastante nossas vidas, destruindo empregos e gerando empregos. Essa transição gera ganhadores e perdedores”, frisou.
Segundo ele, o BNDES trabalha para aproveitar janelas de oportunidade. “Nossa atuação é dois terços feita com taxa de mercado e um terço com taxas concessionais”, lembrou o executivo do banco de fomento, que aproveitou a ocasião para agradecer ao NDB financiamentos ao BNDES que já chegam a US$ 1,7 bilhão.
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