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Brasil desafiou Trump e venceu, diz análise do The New York Times
Publicado 24/11/2025 • 20:09 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 24/11/2025 • 20:09 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Evelyn Hockstein/Reuters
Presidente Lula encontra Donald Trump e o secretário de Estado, Marco Rubio, em Kuala Lumpur, na Malásia.
Uma análise publicada pelo jornal The New York Times nesta segunda-feira (24) afirmou que o Brasil “desafiou Donald Trump e venceu”. O artigo, assinado pelo correspondente Jack Nicas, reflete sobre a mudança de postura do governo dos Estados Unidos após a prisão de Jair Bolsonaro, ex-presidente brasileiro.
O texto detalha a trajetória política dos envolvidos e destaca o contraste entre a postura de Trump e a resistência do Brasil à sua intervenção.
A análise cita a prisão de Bolsonaro e o afastamento de Trump das pressões feitas anteriormente. Quando a detenção do ex-presidente foi confirmada no último dia 22, Trump se limitou a um comentário frio: “É uma pena”, contrastando com sua postura de meses antes, quando pressionou o governo brasileiro e impôs tarifas de 50% sobre produtos do Brasil, além de sanções a ministros do STF.
A análise do New York Times ressalta que, apesar da tentativa de Trump de impedir a prisão de Bolsonaro, ele acabou “admitindo a derrota”, ao suspender as principais tarifas impostas ao Brasil, após um encontro com Luiz Inácio Lula da Silva.
O jornalista também destaca o contraste nos destinos de Trump e Bolsonaro, após ambos contestarem os resultados das eleições. Enquanto Bolsonaro está preso e cumprindo uma pena de 27 anos, Trump, após seus esforços fracassados, “segue em frente” e remove as tarifas, ao mesmo tempo que restabelece um diálogo com o governo brasileiro.
A prisão de Bolsonaro e a retirada das tarifas são vistas como uma vitória para Lula, que, segundo o jornal, saiu fortalecido politicamente, enquanto Trump viu sua estratégia se inverter.
A análise também faz um alerta sobre os limites da capacidade de Trump de pressionar governos estrangeiros, especialmente no que diz respeito à sua intervenção direta nas questões internas do Brasil.
A tentativa de interferir no caso judicial de Bolsonaro, utilizando ferramentas como tarifas comerciais e sanções, falhou em influenciar o curso da justiça brasileira, que, conforme destacado, ignora as pressões do líder norte-americano.
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Além disso, o artigo aponta que as tarifas aplicadas, especialmente sobre carne bovina e café, aumentaram os preços nos EUA, afetando negativamente o mercado interno americano e gerando um efeito contrário ao esperado.
Em contraste com a postura de Trump, Lula foi enfático ao comentar sobre a prisão de Bolsonaro, ressaltando a independência do Judiciário brasileiro. Durante uma coletiva de imprensa, Lula disse: “Trump precisa entender que somos um país soberano. O que a nossa justiça decide, está decidido.”
De acordo com a análise, essa declaração reflete a postura do governo brasileiro em relação à pressão externa e o fortalecimento da autonomia do Judiciário brasileiro diante de tentativas de intervenção política.
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