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BRB cobrou Vorcaro por carteiras suspeitas e cita Tirreno no centro do caso Master
Publicado 30/01/2026 • 11:20 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 30/01/2026 • 11:20 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
O ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, afirmou em depoimento à Polícia Federal que cobrou diretamente Daniel Vorcaro quando descobriu que as carteiras de crédito adquiridas da instituição não haviam sido originadas pelo Banco Master, mas sim pela consultoria Tirreno, estrutura que acabou se tornando central no caso investigado por suspeita de fraude.
Segundo Costa, a revelação ocorreu ao longo do mês de maio, quando executivos do BRB passaram a enfrentar dificuldades para obter documentação completa sobre as operações.
“Quando a gerência, a superintendência e a diretoria financeira começam a ter problemas para acessar informações, cabe ao executivo escalar o tema. No caso concreto, minha cobrança foi direta no presidente do outro banco”, afirmou.
Leia também: “Não estaria aqui de tornozeleira”: Vorcaro nega influência política no caso Master
Costa relatou que o Master passou a enviar contratos individuais a partir do fim de abril, após insistentes pedidos por amostras maiores. O alerta definitivo veio quando o BRB identificou que os créditos haviam sido estruturados por terceiros, momento em que surgiu oficialmente o nome da Tirreno.
Entre os dias 15 e 25 de maio, segundo o depoimento, ele intensificou a pressão sobre Vorcaro para receber os documentos.
“Meu celular vai mostrar essas cobranças, nem sempre de forma delicada, pedindo contratos e explicações”, disse.
As divergências sobre a origem das carteiras estão entre os pontos centrais da investigação que levou à liquidação do Banco Master e à atuação do Fundo Garantidor de Créditos (FGC).
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