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Dólar cai frente ao real com inflação abaixo do esperado no Brasil e nos EUA
Publicado 12/08/2025 • 13:42 | Atualizado há 6 meses
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Publicado 12/08/2025 • 13:42 | Atualizado há 6 meses
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Imagem de jcomp no Freepik
Cédulas de dólar
Movimentos recentes do câmbio refletem a resposta dos investidores a dados de inflação tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos. Nesta terça-feira (12), o dólar recuou frente ao real, depois de oscilar em alta no início do pregão, influenciado por indicadores econômicos divulgados nos dois países.
No cenário internacional, a divulgação do índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) dos EUA para julho mostrou alta de 0,2% em relação a junho, em linha com as expectativas. No acumulado de doze meses, o CPI subiu 2,7%, resultado igual ao apurado no mês anterior e inferior à estimativa de 2,8% do mercado. Em junho, as variações haviam sido, respectivamente, de 0,3% e 2,7%.
No Brasil, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) teve alta de 0,26% em julho, levemente acima dos 0,24% registrados em junho. O número, divulgado pelo IBGE, ficou abaixo das projeções de analistas consultados pelo Projeções Broadcast, que variavam de 0,28% a 0,39%, com mediana de 0,35%.
Com os dados mais fracos de inflação, tanto no Brasil quanto nos EUA, aumentaram as apostas de que os bancos centrais possam antecipar reduções nas taxas de juros. No mercado, há expectativa de que o Federal Reserve (Fed) dos EUA inicie cortes em setembro, enquanto a possibilidade de antecipação do início da redução da Selic para dezembro ou janeiro de 2026 também ganhou força, segundo analistas.
No setor de energia, o petróleo ampliou as perdas após o relatório mensal da Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) reafirmar a previsão de alta na demanda global em 2025 e elevar a estimativa para 2026. A organização manteve a projeção de aumento da oferta fora da Opep+ em 800 mil barris por dia para 2025, destacando os Estados Unidos, Brasil, Canadá e Argentina como principais
Uma pesquisa conduzida pela Ipsos-Ipec indica que 75% dos participantes enxergam como política a decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano-EUA), de impor tarifas contra o Brasil, apontando uma percepção predominante entre os entrevistados.
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