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É urgente BC entender que é necessário corte de juros, diz Marinho após Caged
Publicado 27/11/2025 • 18:44 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 27/11/2025 • 18:44 | Atualizado há 2 meses
Luiz Marinho, ministro do Trabalho e Emprego
Luiz Marinho, ministro do Trabalho e Emprego
O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, disse nesta quinta-feira (27) que é urgente o Banco Central (BC) ter a “sensibilidade” de entender que é necessário cortar a taxa básica de juros, atualmente em 15,0%. “Se não, daqui a pouco vai inverter a curva. Vai deixar de ter crescimento pequeno e vai começar a ter decréscimo real”, disse o ministro a jornalistas.
Marinho atribuiu ao atual patamar da taxa o baixo resultado do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) de outubro. Foram gerados 85.147 empregos formais no país no mês passado, abaixo da mediana do mercado, que esperava 120.000 novas vagas.
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“É momento, mais que urgente, do Banco Central tomar medidas em relação ao monitoramento das taxas de juros, porque há um grande entendimento que é isso que está inibindo o ritmo dos investimentos”, disse Marinho, ao comentar os dados do Caged em coletiva de imprensa.
Ele disse que, desde maio, vem chamando atenção da autoridade monetária para o processo de desaceleração da economia.
Marinho pontuou que o ano de 2025 está dado, mas disse que o BC precisa mostrar as diretrizes com as quais trabalha para o ano que vem para “não cometer uma barbeiragem na economia”, o que, na visão dele, pode levá-la a “entrar em processo de decréscimo, chegando a prejudicar o nível de geração de emprego no país”.
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O titular da pasta do Emprego disse ainda que duas questões deverão ajudar a economia em 2026: o aumento real do salário mínimo e a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda (IR). “Mas era preciso que o Banco Central desse uma contribuição além disso”, completou. “Você tem que liberar investimento para alargar a capacidade de produção do país, que é outro meio de controlar a inflação. Não é somente pela restrição pelos juros altos. Isso eu diria que não é a forma mais inteligente de monitorar a economia sobre esse aspecto.”
Por fim, o ministro disse esperar que os “sabidos da economia possam ajudar o Banco Central a encontrar o alvo para dar o tiro certo”.
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