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Alta do IOF impulsiona arrecadação e faz receita crescer 41,8% no início de 2026
Publicado 24/03/2026 • 12:07 | Atualizado há 16 minutos
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Publicado 24/03/2026 • 12:07 | Atualizado há 16 minutos
KEY POINTS
Foto: Freepik
Imposto de Renda; quando deve começar a ser recolhido
A arrecadação com o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) registrou forte alta no início de 2026. No acumulado de janeiro a fevereiro, o tributo somou R$ 16,76 bilhões, com avanço real de 41,83% em relação ao mesmo período de 2025.
O desempenho acontece em meio a mudanças legislativas implementadas em junho do ano passado, que ampliaram a incidência do imposto, além do aumento nas operações de crédito e de câmbio, especialmente na saída de moeda estrangeira.
No mês de fevereiro, a arrecadação de IOF atingiu R$ 8,7 bilhões, com crescimento real de 35,73% na comparação anual, reforçando a tendência de expansão do tributo.
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O avanço do IOF contribuiu para o resultado geral da arrecadação federal. Em fevereiro, as receitas somaram R$ 222,1 bilhões, alta real de 5,68% sobre o mesmo mês de 2025, o melhor desempenho para o período desde 2000. No acumulado do bimestre, a arrecadação chegou a R$ 547,9 bilhões, com crescimento real de 4,41%.
Além do IOF, outros fatores ajudaram a sustentar o aumento das receitas, como o crescimento da arrecadação previdenciária e o bom desempenho de PIS/Cofins e do Imposto de Renda Retido na Fonte sobre rendimentos de capital.
No caso específico do IOF, o crescimento foi puxado principalmente pelas operações de crédito para pessoas jurídicas, que avançaram 45,88% no bimestre, e pelas operações de câmbio relacionadas à saída de moeda, que mais que triplicaram no período.
O resultado indica maior dinamismo nas transações financeiras e reforça o impacto direto de mudanças tributárias recentes sobre a arrecadação.
Ao mesmo tempo, evidencia a crescente dependência de receitas associadas ao sistema financeiro, um fator que pode aumentar a volatilidade da arrecadação em cenários de desaceleração econômica.
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