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Brasil e México assinam declarações de cooperação, liberam compras imediatas e vão ampliar acordos vigentes
Publicado 30/08/2025 • 18:26 | Atualizado há 17 horas
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Publicado 30/08/2025 • 18:26 | Atualizado há 17 horas
KEY POINTS
Divulgação/gov.br
Reunião do vice-presidente Geraldo Alckmin com presidenta do México, Claudia Sheinbaum,
A missão de um grupo brasileiro comandado pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços e vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, ao México, entre os dias 27 e 28 de agosto, resultou na assinatura de parceria em diversas áreas e de acordo imediato de comércio recíproco que inclui a venda imediata de farinhas pelo Brasil de farinhas suína e bovina e compra de atum e derivados.
Alckmin reuniu-se com a presidente mexicana, Claudia Sheinbaum, como parte de um esforço para buscar mais mercados para os produtos brasileiros como reação ao tarifaço imposto pelo presidente dos EUA, Donald Trump, às exportações brasileiras. A partir das conversas, ficou decidido que nos próximos 12 meses, Brasil e México vão se debruçar sobre a proposta de ampliação dos acordos vigentes de comércio exterior e investimentos recíprocos.
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O documento que representa essa decisão foi assinado na quinta-feira (28/8) durante reunião de Alckmin com Sheinbaum. “Foi um trabalho bastante amplo e proveitoso. Vou levar ao presidente Lula a boa notícia de que Brasil e México estão mais próximos, em benefício das nossas populações e como motor do desenvolvimento da América Latina”, afirmou Alckmin.
Os dois países assinaram declarações conjuntas de intenções para as áreas de estímulo a investimentos; agricultura e pecuária; e vigilância sanitária e saúde para regulamentar o comércio de carne. Também foi firmada uma declaração de intenções sobre produção e uso de biocombustíveis entre os dois países. “É um trabalho conjunto que dá resultados e tem tudo para crescer ainda mais as nossas relações”, afirmou o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, que participou da missão.
O governo mexicano se comprometeu a avaliar, num prazo de dez dias, a adoção dos princípios de regionalização da produção aviária, como forma de reduzir eventuais efeitos de problemas como a gripe aviária. “Também definimos auditorias mexicanas no Brasil para ampliar o número de plantas habilitadas de bovinos, aves e suínos para a comercialização para o México”, explicou Fávaro.
O ministro destacou que, em ação de reciprocidade, o Brasil ainda vai abrir o mercado para pêssego e aspargos procedentes do México.
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