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Cade dá sinal verde à compra da Suvinil pela Sherwin-Williams por US$ 1,15 bi
Publicado 01/09/2025 • 16:35 | Atualizado há 6 meses
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Publicado 01/09/2025 • 16:35 | Atualizado há 6 meses
KEY POINTS
Sherwin-Williams compra Suvinil, da Basf.
Foto: Divulgação Suvinil.
A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, a compra da Suvinil Coatings pela Sherwin-Williams. O despacho foi publicado nesta segunda-feira (1º) no Diário Oficial da União (DOU).
Leia mais:
Do ‘Super Vinil’ ao império das tintas, a história da Suvinil
O negócio, avaliado em US$ 1,15 bilhão (R$ 6,25 bilhões na cotação atual), foi anunciado em 17 de fevereiro deste ano. A aquisição inclui também a marca Glasu! e duas fábricas — em Jaboatão dos Guararapes (PE) e São Bernardo do Campo (SP) — que somam cerca de mil funcionários.
Segundo o processo, a operação é vista como altamente compatível com as atividades da Sherwin-Williams no Brasil. A empresa destacou que a incorporação da Suvinil e da Glasu! vai permitir a expansão de seu portfólio no país, fortalecendo sua presença em lojas especializadas de tintas, home centers e pequenos pontos de venda de material de construção.
A Suvinil faz parte da unidade de tintas decorativas da Basf, negócio que o conglomerado alemão só operava no Brasil. Por isso, a decisão de vender, anunciada no segundo semestre do ano passado. Em 2024, a unidade rendeu receitas de US$ 525 milhões no Brasil.
“Este negócio opera quase exclusivamente no Brasil e tem sinergias limitadas com outros negócios de revestimentos da Basf”, afirma a empresa alemão no comunicado nesta segunda-feira.
“Há mais de 60 anos, a Suvinil é sinônimo de inovação e qualidade. O negócio é altamente complementar ao da Sherwin-Williams na América Latina, já que a marca Suvinil é bem conhecida”, afirmou a presidente e CEO da Sherwin-Williams, Heidi G. Petz, em nota à imprensa.
A estimativa é que o mercado de tintas decorativas movimente mais R$ 12 bilhões no Brasil por ano. A marca mais conhecida é a Suvinil, criada no Brasil em 1961, pelo empresário Olócio Bueno, que juntou a primeira parte do nome de sua marca anterior de tintas, a Super, com a palavra Vinil. Oito anos depois, foi incorporada pela alemã Basf.
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