Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Copom reforça, em ata, necessidade de ‘cautela e flexibilidade’ na próxima reunião
Publicado 13/05/2025 • 10:09 | Atualizado há 10 meses
Chefe da UE condena “ataques injustificáveis” do Irã aos Emirados Árabes Unidos
Trump ordena que agências federais interrompam uso de tecnologias da Anthropic
Paramount vence disputa bilionária, mas instala clima de incerteza na Warner; saiba por que
Como a participação bilionária da Amazon na OpenAI pode impulsionar seus negócios de IA e nuvem
Block demite 4 mil e troca quase metade da equipe por IA
Publicado 13/05/2025 • 10:09 | Atualizado há 10 meses
KEY POINTS
Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
Fachada do Banco Central.
O Comitê de Política Monetária (Copom) repetiu, na ata da sua última reunião, que o cenário de “elevada incerteza” exige cautela adicional e flexibilidade para calibrar a taxa Selic no seu próximo encontro, dos dias 17 e 18 de junho.
“Para a próxima reunião, o cenário de elevada incerteza, aliado ao estágio avançado do ciclo de ajuste e seus impactos acumulados ainda por serem observados, demanda cautela adicional na atuação da política monetária e flexibilidade para incorporar os dados que impactem a dinâmica de inflação”, diz a ata publicada nesta terça-feira, repetindo um trecho do comunicado da semana passada.
Na sua última reunião, o colegiado abandonou o forward guidance – que vinha sendo renovado desde dezembro, quando o Copom aumentou a Selic em 1 ponto porcentual e sinalizou mais duas elevações da mesma magnitude, em janeiro e março – e deixou os seus próximos passos em aberto.
Na segunda-feira, 12, as medianas do Sistema Expectativas de Mercado, que embasam o relatório Focus, já passaram a indicar que a taxa Selic deve permanecer estável, em 14,75%, até o fim deste ano. Até a semana anterior, as projeções do mercado apontavam para um aumento residual de 0,25 ponto porcentual em junho, para 15,0%, seguido de um corte de mesma magnitude em dezembro.
O Copom também reforçou que “se manterá vigilante” e que a calibragem do aperto monetário continuará sendo guiada pelo objetivo de fazer a inflação cair à meta no horizonte relevante.
Segundo o colegiado, o ciclo dependerá da dinâmica da inflação – em especial, dos componentes mais sensíveis à atividade e aos juros -, além das projeções e expectativas para o IPCA, do hiato do produto e do seu balanço de riscos.
O Comitê repetiu ainda as projeções de inflação que já haviam sido divulgadas no comunicado: de 4,8% para o fim de 2025 e de 3,6% para o fim de 2026, este último sendo o horizonte relevante da política monetária.
A estimativa para o ano que vem está acima do centro da meta, de 3%, e leva em conta altas de 3,4% para os preços livres e de 4,0% para os administrados.
A projeção para 2025 está acima do teto da meta, de 4,50%, e considera altas de 5,3% e 3,5% para livres e administrados, nesta ordem.
Todas as projeções do BC partem do cenário de referência, com trajetória de juros extraída do relatório Focus e bandeira verde de energia elétrica em dezembro de 2025 e 2026. A taxa de câmbio começa em R$ 5,70 e evolui conforme a paridade do poder de compra (PPC).
Os preços do petróleo seguem aproximadamente a curva futura por seis meses e, depois, sobem 2% ao ano.
—
📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL:
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Mais lidas
1
De ouro a dólar: conflito entre EUA e Irã tem ‘grande potencial de gerar inflação’ e afetar investimentos
2
Especialista indica que desvalorização do dólar favorece internacionalização de portfólios
3
Preço do petróleo Brent nos EUA dispara mais de 8% na reabertura com ataques ao Irã
4
Preço do barril Brent pode chegar a US$ 150 com bloqueio do Ormuz
5
Brasil encerra 2025 com 50% da população adulta inadimplente