Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Cosan nega venda da Rumo, mas reafirma foco em desalavancagem
Publicado 01/06/2026 • 09:23 | Atualizado há 35 minutos
Berkshire Hathaway anuncia primeira aquisição desde saída de Warren Buffett como CEO
Bolsa da Coreia do Sul bate recorde com alta da Samsung em dia misto na Ásia
Medicamento experimental contra câncer de pulmão reduz risco de morte em 34% em estudo avançado
Japão busca diálogo franco e rejeita acusações de ‘neomilitarismo’, diz ministro da Defesa
Exportações de petróleo pelo Estreito de Ormuz podem nunca voltar aos níveis pré-guerra com o Irã
Publicado 01/06/2026 • 09:23 | Atualizado há 35 minutos
KEY POINTS
Divulgação Instagram/Cosan
Cosan
A Cosan publicou um comunicado ao mercado na manhã desta segunda-feira, 1º, no qual desmente a informação sobre a venda da Rumo, maior operadora de ferrovias independente do Brasil.
“A prioridade estratégica permanece voltada à desalavancagem e à simplificação da estrutura da Companhia, não havendo qualquer discussão sobre o seu término ou dissolução nos órgãos de governança”, apontou o documento.
Leia também: O que esperar dos mercados em junho? Inflação, atividade e emprego dominam agenda econômica
Na publicação, a Cosan também afirma que avalia constantemente a eventual alienação de participações em suas investidas, mas que, no momento, não existe nenhuma definição ou decisão que implique a venda do controle de qualquer uma das empresas que compõem o grupo. Atualmente, o valor de mercado da Rumo é de R$ 25,46 bilhões. A Cosan é dona de 20,3% da empresa.
A empresa, que está em processo de recuperação extrajudicial desde março de 2026, vem sofrendo com uma dívida bilionária, o que a levou a se desfazer de ativos e de participações em empresas. Em janeiro de 2025, a companhia vendeu os 4,1% que detinha da Vale, operação que rendeu R$ 9,06 bilhões para os cofres da empresa.
Outra operação que pode render mais de R$ 5 bilhões é o IPO da Compass, empresa que atua no mercado de gás e energia.
Leia também: Raízen pede mais prazo para apresentar plano de reenquadramento das ações
No começo de maio de 2026, a companhia também anunciou que não participará de um novo aporte da Shell na Raízen, o que vai significar uma diminuição da sua fatia na sociedade. No futuro, a Cosan avalia vender toda a sua participação na joint venture.
No primeiro trimestre de 2026, o endividamento da companhia atingiu R$ 11,4 bilhões, uma diminuição de 34% na comparação com o mesmo período de 2025, que registrou uma dívida de R$ 17,4 bilhões.
Siga o Times Brasil no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Seguir no Google🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Mais lidas
1
JHSF inaugura shopping de luxo no interior de São Paulo
2
Mercedes-Benz pode ficar fora do mercado dos EUA por projeto de lei voltado à participação chinesa em montadoras
3
Seleção brasileira usa ‘chinelo tecnológico’ antes da preparação para a Copa; conheça e veja valores
4
Copa do Mundo: elenco brasileiro vale 26 vezes mais que o do Panamá; veja jogadores mais caros
5
Anthropic fez a Amazon vencer uma corrida que já tinham dado como perdida