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Entenda a crise do Grupo Mateus por trás de erro bilionário no balanço
Publicado 20/11/2025 • 11:53 | Atualizado há 5 meses
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Publicado 20/11/2025 • 11:53 | Atualizado há 5 meses
KEY POINTS
O Grupo Mateus, rede de varejo do Nordeste brasileiro, está sob pressão de investidores depois de seu balanço apontar um erro de R$ 1,1 bilhão na valorização de estoques no balanço patrimonial de 2024, decorrente de falhas nos cálculos do custo médio das mercadorias vendidas (CMMV). O caso, que fez despencar as ações do grupo em 14% (redução de R$ 1,9 bilhão no valor de mercado), tem sido um dos principais assuntos do mercado financeiro nos últimos dias, expondo uma vulnerabilidade tida até como “amadora” por parte da estrutura de governança da empresa.
Com o ajuste contábil divulgado pela empresa, o patrimônio líquido da varejista recuou para R$ 9,1 bilhões após um corte de quase R$ 695 milhões. A queda foi motivada pela correção no valor das mercadorias estocadas em 2024, que estavam superavaliadas em R$ 1,1 bilhão, passando de R$ 6 bilhões para R$ 4,9 bilhões.
A falta de clareza sobre a origem das distorções e a comunicação tardia aumentaram a tensão com o mercado. Simultaneamente, o caso expôs a gestão precária dos inventários, cuja realização esporádica mascarou desvios e prejuízos operacionais
A desvalorização dos papéis do Grupo Mateus reflete um descompasso entre o crescimento acelerado e a supervisão operacional. Analistas apontam que a estrutura de controle de estoques ficou defasada diante da abertura de novas lojas.
O problema não é novo: em 2020, a Grant Thornton já havia identificado 42 pontos de atenção, que sumiram dos relatórios posteriores sem explicações claras. A recente entrada da Forvis Mazars em 2025 trouxe o tema de volta à pauta, questionando a qualidade do monitoramento contábil, apesar da ausência de ressalvas nos pareceres.
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