Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Governo Lula: reajustes salariais e criação de cargos custará R$ 4,2 bi no próximo ano
Publicado 02/12/2025 • 06:42 | Atualizado há 6 meses
Greg Abel adota estilo de Buffett em ofensiva de quase R$ 85 bilhões e amplia aposta em tecnologia
Bitcoin cai abaixo de R$ 352 mil e ações da Strategy ampliam perdas
Trump assina decreto sobre inteligência artificial que exige que empresas concedam ao governo acesso antecipado
Abertura de vagas de emprego nos EUA sobe para 7,6 milhões em abril, maior nível em quase dois anos
Blackstone conclui captação de maior fundo de private equity da Ásia
Publicado 02/12/2025 • 06:42 | Atualizado há 6 meses
KEY POINTS
Ricardo Stuckert / PR
Reajustes concedidos a servidores do Poder Executivo e a reestruturação e criação de novos cargos terão um impacto de R$ 4,2 bilhões no Orçamento do ano que vem, afirmou o Ministério da Gestão, em nota divulgada nessa segunda-feira (1/12). Os reajustes estão contidos em projeto de lei encaminhado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Congresso nessa segunda-feira.
O impacto já está estimado no Projeto de Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026 enviado ao Congresso em agosto deste ano. Ao todo, cerca de 200 mil servidores, da ativa e aposentados, serão atendidos com o projeto de lei. Cerca de 157 mil servidores são da ativa e 44 mil são aposentados.
O projeto cria 8.825 cargos efetivos, sendo 8.600 para as universidades federais e 225 para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Os cargos serão preenchidos conforme forem realizados os concursos públicos. Segundo o Ministério da Gestão, o projeto “representa um esforço adicional para modernizar e aprimorar a gestão de pessoas da administração pública federal e reter profissionais qualificados, ao reduzir a assimetria entre salários de diferentes carreiras”.
Leia mais:
Crise nas estatais amplia pressão sobre o orçamento e desafia metas fiscais
A pasta cita a criação de uma nova carreira chamada de “transversal”, por ter uma atuação que vai além de um único ministério e aglutinar diferentes cargos de suporte da administração federal. “Essa carreira reunirá profissionais que hoje atuam em cargos como os de administrador, analista técnico-administrativo, arquivista, bibliotecário, contador, técnico em comunicação social, entre outros.
Essa aglutinação promoverá equilíbrio salarial entre esses cargos para tornar essa carreira mais compatível com outras carreiras do Poder Executivo federal, aumentando a retenção desses profissionais, que são fundamentais para a melhoria contínua da eficiência administrativa dos órgãos e da prestação dos serviços públicos à sociedade”, afirmou o ministério. O governo também detalhou uma medida provisória assinada por Lula nessa segunda-feira, que concede reajuste salarial a policiais e forças de segurança do Distrito Federal e dos ex-territórios.
Policiais militares e bombeiros do Distrito Federal e dos ex-territórios (Amapá, Rondônia e Roraima) terão aumento de 24,32%, dividido em duas parcelas, uma de 11,5% em dezembro deste ano e outra de11,5% em janeiro do ano que vem. Os policiais civis do Distrito Federal terão dois tipos de reajuste. Os de categoria especial terão aumento de 27,27%. A terceira categoria, de 24,43%.
Siga o Times Brasil no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Seguir no Google🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Mais lidas
1
Embaixada dos EUA detalha punições ao Brasil após classificação de PCC e CV como terroristas
2
EXCLUSIVO: Galapagos perde concessão bilionária por erro primário em due diligence e mercado questiona gestora
3
TIMES | CNBC Parlatório Talks: Mundo saiu da globalização para a “vingança da geopolítica”, diz Marcos Troyjo
4
Bitcoin cai abaixo de R$ 352 mil e ações da Strategy ampliam perdas
5
EUA propõem tarifa de 25% sobre produtos do Brasil após concluir investigação