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Pix Automático entra em operação a partir de hoje; entenda como funciona
Publicado 13/10/2025 • 08:47 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 13/10/2025 • 08:47 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Gerd Altmann/Pixabay
A partir desta segunda-feira, 13 de outubro, entra em operação o Pix Automático, nova funcionalidade do Banco Central que permite o pagamento de contas recorrentes de forma automática.
Com o recurso, o usuário precisa autorizar apenas uma vez o débito de uma cobrança — como mensalidades escolares, academia, energia elétrica ou serviços de streaming — e os pagamentos seguintes serão feitos sem necessidade de novas confirmações.
Segundo Breno Lobo, chefe adjunto do Departamento de Competição e Estrutura do Mercado Financeiro do Banco Central, o objetivo é oferecer mais conveniência e inclusão financeira.
“O Pix Automático será inovador, prático e fácil de usar tanto para quem paga quanto para quem recebe. No dia combinado, o pagamento acontecerá normalmente, sem que o cliente precise se preocupar”, afirmou.
O funcionamento é simples e segue as seguintes etapas:
O sistema funciona 24 horas por dia, sete dias por semana, inclusive em feriados, mantendo a principal característica do Pix tradicional: velocidade e disponibilidade.
O Pix Automático funciona de forma semelhante ao débito automático, mas com uma infraestrutura mais ampla e moderna. A principal diferença está na base tecnológica: o débito automático depende de convênios específicos entre bancos e empresas, o que limita sua disponibilidade a algumas instituições e prestadores de serviço. Já o Pix Automático utiliza a rede do Pix, disponível em praticamente todos os bancos e fintechs, o que amplia o alcance e reduz custos de operação.
Enquanto o débito automático exige que cada empresa tenha um acordo com o banco para oferecer o serviço, o Pix Automático permite pagamentos recorrentes diretamente pela infraestrutura do Banco Central, sem depender de convênios. Isso deve aumentar a eficiência, reduzir a inadimplência e beneficiar pequenos negócios, que antes não tinham acesso a esse tipo de cobrança.
O Pix Automático foi pensado para substituir operações manuais e o Pix agendado recorrente, que exigiam que o usuário digitasse dados e valores a cada pagamento.
Agora, basta autorizar uma única vez.
Será possível também:
Essas ferramentas estarão disponíveis na área dedicada ao Pix dentro dos aplicativos bancários, permitindo mais controle e transparência nas operações.
Para quem recebe, o Pix Automático traz ganhos de eficiência e redução de inadimplência. A modalidade deve ampliar a base de clientes que usam Pix — hoje mais de 160 milhões de brasileiros — e reduzir custos operacionais, já que será necessário contratar apenas uma instituição participante do sistema.
Empresas poderão usá-lo em diversos segmentos, como:
A infraestrutura do Open Finance também poderá ser utilizada, permitindo que empresas façam cobranças automáticas por meio de iniciadores de pagamento.
A segurança segue os mesmos padrões do Pix tradicional.
O Banco Central definiu regras rigorosas para evitar fraudes e uso indevido do sistema.
Somente empresas com CNPJ ativo há pelo menos seis meses poderão oferecer o serviço.
Os bancos e instituições de pagamento deverão checar:
Em caso de erro ou cobrança indevida, o cliente poderá acionar o Mecanismo Especial de Devolução (MED).
Nos casos de falha operacional do banco, a devolução será obrigatória. Em situações de fraude, valem as mesmas regras atuais do MED, com análise conjunta entre as instituições envolvidas.
Para pessoas físicas, o Pix Automático é gratuito.
Empresas recebedoras poderão ser tarifadas, e os valores dependerão da política de cada instituição financeira.
A expectativa do Banco Central é que a modalidade aumente a adesão ao sistema Pix, estimule a digitalização de pagamentos e traga mais comodidade e segurança para consumidores e empresas.

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