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Publicado 06/12/2024 • 08:47
Foto da atriz Lindsay Lohah: Instagram pessoal
Uma das principais atrizes de Hollywood entre o fim da década de 1990 e o começo dos anos 2000, a nova-iorquina Lindsay Lohan conquistou fãs ao redor do mundo com papeis em que retratava – na maior parte das vezes – uma adolescente com problemas amorosos.
Aos 38 anos, ela ainda se destaca na mídia. Mas não mais por suas atuações. Recentemente, um especialista em estética revelou que a atriz pode ter desembolsado cerca de US$ 300 mil (R$ 1,8 milhão) em procedimentos estéticos com o objetivo de “rejuvenescer”.
No fim de novembro, Lindsay chamou atenção por conta de um vídeo publicado em suas redes sociais com uma aparência diferente. Especialista em estética, o médico britânico Jonny Betteridge usou suas redes para apontar possíveis procedimentos que a atriz pode ter realizado. Entre eles estão: lifting cirúrgico, botox, preenchimento labial e facetas.
A conta alta assusta em um primeiro momento, mas não impressiona quando é analisada frente às outras cifras do mercado de estética. Um estudo da consultoria Grand View Research estimou que o mercado de procedimentos estéticos movimentou R$ 633 bilhões. A expectativa é de que o setor cresça 14,9% ao ano até 2030.
Outro estudo, esse da Boston Consulting Group (BCG) e que considera a venda de produtos pelas fabricantes, a estimativa é de que este mercado vai crescer 6% ao ano e vai movimentar cerca de R$ 160 bilhões até 2028.
Para Filipe Mesquita, diretor executivo e sócio do BCG, esse mercado enfrenta o desafio do cenário macroeconômico. “A inflação persistente e a taxa de juros elevada são alguns obstáculos”, afirma. Para o especialista, as fabricantes precisam ajustar a abordagem para diferentes públicos, tanto os heavy users como para os iniciantes.
O Brasil é visto como um player estratégico para essa indústria. O estudo do Boston Consulting Group apontou que o País conta com cerca de 50 milhões de consumidores de produtos estéticos. O número é menor apenas do registrado nos Estados Unidos e China. No mundo são 460 milhões de consumidores.
Riscos
O crescimento exponencial dos tratamentos estéticos fez com que o setor entrasse na mira de órgãos de saúde. O motivo foram os casos em que pacientes tiveram problemas e, em alguns casos, não resistiram às complicações de tratamentos realizados.
No fim de novembro uma mulher de 31 anos morreu durante um procedimento de hidrolipo (retirada de gordura da região abdominal) em uma clínica de São Paulo. Paloma Lopes Alves teve uma parada cardiorrespiratória durante o processo e chegou a ser socorrida pelo Samu, mas morreu a caminho do hospital.
O caso vem sendo investigado como “morte suspeita”. A clínica em que Paloma realizou o tratamento, localizada na zona leste da capital paulista, teve sua operação interditada.
Outro caso fatal aconteceu no começo de dezembro. Danielle Mendes Xavier de Brito Monteiro morreu após fazer um procedimento estético em uma clínica de Goiânia. A servidora pública de 44 anos passou mal um dia após o procedimento. O caso está sendo investigado e a clínica na qual o tratamento foi realizado foi interditada.
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