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Quase metade dos produtos agrícolas atingidos pelo tarifaço continuam sobretaxados; veja lista
Publicado 10/12/2025 • 08:56 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 10/12/2025 • 08:56 | Atualizado há 2 meses
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As tarifas impostas por Donald Trump continuam incidindo sobre 45% dos produtos agropecuários que o Brasil exporta aos Estados Unidos, a despeito do recuo sinalizado pelo presidente norte-americano em novembro. Dados da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) indicam que o impacto foi drástico para setores altamente dependentes do mercado americano – como os de mel, sebo e tilápia –, que viram seus embarques serem praticamente zerados.
Se a política tarifária dos EUA permanecer, o prejuízo aos setores pode ser de US$ 2,7 bilhões (R$ 14,7 bilhões) em 2026, projeta a CNA.
O setor agropecuário nacional, que já havia sido impactado em abril por uma tarifa de 10% de Trump sobre cerca de 200 alimentos, enfrentou nova pressão em julho com o anúncio de uma sobretaxa de 40% sobre diversas mercadorias brasileiras. Meses mais tarde, contudo, itens como café e suco de laranja foram retirados desse pacote restritivo, cuja suspensão parcial ocorreu após negociações com o governo do Brasil e pressões internas.
Leia mais:
Os setores brasileiros mais afetados pela continuidade do tarifaço de Trump são:
Tilápias
Sebo bovino
Mel natural
Uvas frescas
Álcool etílico
Saldo positivo
Conforme balanço da CNA, o agronegócio brasileiro encerrou 2025 com um saldo comercial positivo de US$ 129 bilhões (R$ 703,1 bilhões). O setor registrou US$ 19 bilhões (R$ 103,6 bilhões) em importações e atingiu um recorde de US$ 155 bilhões (R$ 844,8 bilhões) nas exportações.
Os itens mais exportados foram soja em grãos, carne bovina in natura, açúcar bruto, café verde e celulose. Os países e regiões a quem mais o Brasil exportou foram China, União Europeia, Estados Unidos, Vietnã e Índia.
Confira o relatório completo da CNA.
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