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Estudo aponta um novo olhar sobre o Brasil: o que os brasileiros esperam para o futuro
Publicado 01/04/2025 • 09:32 | Atualizado há 1 ano
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Publicado 01/04/2025 • 09:32 | Atualizado há 1 ano
KEY POINTS
Foto: Divulgação
O estudo O Brasil que o Brasil quer ser, encomendado pelo Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (CDESS), revela as expectativas dos brasileiros para o futuro do país. Com mais de 3 mil participantes, incluindo líderes de diversos setores, como Gilberto Gil e Gustavo Vernec, o levantamento foi desenvolvido com o objetivo de fornecer insumos para uma agenda unificada, especialmente em relação à liderança do Brasil na COP 30.
Durante a pesquisa, Lourenço Bustani, fundador da Mandalah, destacou que o estudo trouxe importantes insights sobre como melhorar a articulação do governo e reacender a autoestima nacional. Segundo Bustani, apesar de o Brasil ser visto como um país acolhedor, falta ao país uma projeção de seriedade e pragmatismo, principalmente nas áreas de qualidade de vida, meio ambiente e negócios. “A partir de uma metanálise feita no estudo, o Brasil é visto como um amigo de fim de semana, mas não para as segundas-feiras”, afirmou. Ele também apontou que as feridas históricas, como o racismo e as desigualdades, ainda dificultam a projeção do Brasil como uma potência global.
O estudo também abordou a mudança na percepção da esperança, que, de acordo com Bustani, passou de uma expectativa imposta por modelos de desenvolvimento externos para uma esperança internalizada, com o Brasil se posicionando como um berço de esperança para o mundo, especialmente nas questões climáticas e de paz. “O Brasil está se tornando um berço de esperança para um mundo em crise e plena reconfiguração”, destacou.
Além disso, o estudo revelou uma mudança significativa na percepção dos brasileiros sobre a Amazônia. Pela primeira vez, a Amazônia foi apontada como a principal representação simbólica do país, em vez do Rio de Janeiro. Bustani atribui essa mudança à crise ambiental, às mudanças no regime de chuvas e à crescente valorização dos povos indígenas. “A crise ambiental e a valorização dos povos indígenas contribuíram para essa nova apreciação”, afirmou.
Em relação à COP 30, que acontecerá no coração da Amazônia, Bustani ressaltou sua importância como uma oportunidade única para o Brasil mostrar seu compromisso com a sustentabilidade e a diplomacia. Ele acredita que a forma como o Brasil se posicionará na conferência pode reconfigurar a maneira como o mundo vê o país. “A seriedade e o pragmatismo serão postos à prova, e a forma como sairmos dessa experiência pode transformar a visão que temos de nós mesmos e a visão do mundo sobre o Brasil”, concluiu.
O estudo completo está disponível para consulta no site oficial https://www.obrasilqueobrasilquerser.com.br/, onde os brasileiros podem conferir as expectativas e reflexões sobre o futuro do país.
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