Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Governo só vai socorrer os Correios após aprovação de plano de recuperação, diz Haddad
Publicado 04/12/2025 • 18:29 | Atualizado há 3 meses
Por que a China consegue suportar a alta do petróleo com mais facilidade do que outros países
Trump diz que não vai assinar nenhuma lei até Congresso aprovar projeto eleitoral
Profissões manuais ganham força como “blindagem” contra a IA e atraem nova geração de trabalhadores
Preços da energia cairão quando os EUA destruírem capacidade do Irã de atacar petroleiros no Estreito de Ormuz, diz Wright
CEO da OpenAI diz aos funcionários que “decisões operacionais” das forças armadas cabem ao governo
Publicado 04/12/2025 • 18:29 | Atualizado há 3 meses
KEY POINTS
Foto: Divulgação
Correios estudam fechar unidades deficitárias sem abandonar a universalização; entenda
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta quinta-feira (4) que qualquer ajuda financeira aos Correios, seja aporte direto, empréstimo ou concessão de aval, só vai ocorrer após a aprovação do plano de recuperação da estatal. Ele reiterou que não haverá liberação de recursos antes da reestruturação ser formalmente validada.
“Nós precisamos antes aprovar o plano de recuperação. Nós não vamos fazer um aporte sem o plano de recuperação aprovado. Nem empréstimo, nem aporte, nem aval, tudo depende do plano de reestruturação da companhia”, disse o ministro em entrevista a jornalistas.
Leia mais:
Rede criminosa está ligada a um “forte movimento de evasão de divisas” e já movimentou R$ 70 bilhões, diz Haddad
‘O BC recebeu esse abacaxi para descascar e o descascou com competência’, diz Haddad sobre Banco Master
Haddad reforçou que o debate não tem relação com mudanças no arcabouço fiscal. “Não tem nada a ver com arcabouço fiscal. Se houver um aporte, é dentro das regras atuais. Não é fora de regra.”
A equipe econômica analisa possíveis caminhos para socorrer a empresa, que acumula rombo bilionário e enfrenta dificuldades operacionais. O texto-base da LDO de 2026, aprovada pelo Congresso nesta quinta, incluiu dispositivo que permite retirar até R$ 10 bilhões em gastos com estatais do cálculo da meta fiscal, medida classificada pelo ministro como “preventiva”.
Questionado se um aporte é o cenário mais provável, respondeu: “Pode haver. Pode ser. O Tesouro está estudando. Nós vamos considerar todas as variáveis para tomar decisão”.
Haddad também afirmou que o Tesouro está dedicado exclusivamente à análise técnica da situação. “Tem uma equipe do Tesouro só nisso.”
Leia mais:
EUA e Brasil vão fechar parceria para combater o crime organizado, diz Haddad
Após ligação Lula-Trump, EUA pedem a Haddad documentos sobre crime organizado ao Brasil
Os Correios enfrentam prejuízo acumulado estimado entre R$ 6,05 bilhões e R$ 6,35 bilhões até setembro/outubro de 2025 e tentaram um empréstimo de R$ 20 bilhões junto a bancos, mas o aval do Tesouro foi negado por exceder o limite permitido. Agora, qualquer solução passa pela aprovação do plano de reestruturação, condição expressa pelo ministro repetidas vezes.
“Tudo depende do plano de reestruturação da companhia”, reforçou Haddad.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Mais lidas
1
Gasolina e diesel podem subir no Brasil com disparada do petróleo; entenda o alerta do setor
2
Bovespa terá novo horário de negociação a partir de hoje com ajuste ao horário de verão dos EUA
3
As 10 conquistas que levaram o Flamengo ao Top 3 do ranking mundial de clubes
4
Trump diz que guerra com o Irã “está praticamente encerrada” e que EUA consideram tomar o Estreito de Ormuz
5
Exclusivo: após suspender lançamento no Rio, Keeta promove demissão em massa