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Justiça bloqueia R$ 864 mil de Sidney Oliveira e Ultrafarma em ação por dívida
Publicado 30/01/2026 • 13:41 | Atualizado há 2 horas
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Publicado 30/01/2026 • 13:41 | Atualizado há 2 horas
KEY POINTS
A Justiça de São Paulo determinou o bloqueio de aproximadamente R$ 864,3 mil das contas bancárias do empresário Sidney Oliveira e da rede Ultrafarma, em um processo de cobrança de dívida movido pelo empresário Anthony Wang.
A decisão foi proferida pelo juiz Luiz Valdez e decorre de uma ação inicialmente ajuizada contra Edson Rodrigo Sanches, empresário do setor farmacêutico que firmou parceria com Oliveira em 2019. Segundo o magistrado, há indícios de que Oliveira e a Ultrafarma participaram de manobras societárias que teriam como objetivo blindar o patrimônio de Sanches e dificultar a satisfação de débitos junto a credores.
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Na decisão, Valdez afirma que, diante de dívidas elevadas, Sanches teria criado a empresa Ultrafarma Popular Serviços de Escritório Ltda em sociedade com Sidney Oliveira e, por meio de contratos de licenciamento de marca, teria transferido na prática os ativos do Grupo Sanches.
O magistrado também destacou que Sanches teria repassado suas cotas societárias para Oliveira por apenas R$ 60 mil, valor considerado incompatível com o porte do negócio. Mesmo após a transferência, ele continuaria recebendo remuneração equivalente a 30% do faturamento da empresa, percentual idêntico à sua antiga participação societária.
“A manobra fraudulenta é bastante clara”, afirmou Valdez. Segundo ele, o arranjo permitiria a continuidade dos ganhos sem que as cotas fossem penhoradas para quitar dívidas.
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Em comunicado ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo da CNBC, Arthur Mazzotini, sócio da Mazzotini Advogados e representante de Anthony Wang, confirmou que houve bloqueio judicial e afirmou que a medida decorre da responsabilização dos envolvidos por dívidas antigas ligadas a um sócio de Sidney Oliveira em outra sociedade.
O advogado, no entanto, disse que não comentará detalhes adicionais do caso.
Sidney Oliveira contestou as acusações e afirmou à Justiça que não houve fraude, ocultação patrimonial ou transferência de ativos para a Ultrafarma.
Na defesa apresentada no processo, o empresário sustenta que nunca existiu fusão ou união societária entre os negócios, mas apenas um contrato de licenciamento de marca, que autorizava farmácias de Sanches a utilizarem o logotipo da rede.
“A particularidade de Edson Rodrigo Sanches se apresentar como diretor ou vice-presidente da Ultrafarma Popular nas mídias sociais é fruto de devaneio do mesmo”, declarou Oliveira na ação.
A defesa também ressaltou a trajetória do empresário no setor farmacêutico e afirmou que ele não teria qualquer necessidade de estruturas para blindagem patrimonial.
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