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Leilão de quatro terminais portuários pelo governo movimenta R$ 857,1 mi em outorgas e deve gerar R$ 1 bi em investimentos
Publicado 30/04/2025 • 16:47 | Atualizado há 4 meses
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Publicado 30/04/2025 • 16:47 | Atualizado há 4 meses
KEY POINTS
Terminais da CSN, no Porto de Itaguaí (RJ).
O primeiro leilão de terminais portuários de 2025, realizado pelo Ministério de Portos e Aeroportos em parceria com a Antaq, movimentou R$ 857,1 milhões em outorgas e promete cerca de R$ 1 bilhão em investimentos diretos.
O evento aconteceu na sede da B3, em São Paulo, e envolveu a concessão de quatro áreas estratégicas: três no Porto de Paranaguá (PAR14, PAR15 e PAR25) e uma no Porto do Rio de Janeiro (RDJ11).
O terminal RDJ11 foi arrematado com proposta única pelo Consórcio Porto do Rio de Janeiro, formado pelas empresas Triunfo Logística e Sul Real GMBL, que ofereceu R$ 2,1 milhões de outorga. O contrato, de modelo simplificado, terá duração de dez anos e prevê investimentos de R$ 6,8 milhões em uma área de 7.787 m² voltada à movimentação de granéis sólidos e carga geral.
Já os terminais do Porto de Paranaguá, que juntos somam 169 mil m², foram alvo de intensas disputas, especialmente o PAR15, com seis proponentes e 55 lances. A Cargill Brasil venceu a disputa, oferecendo R$ 411 milhões.
O terminal terá 43,2 mil m² e receberá R$ 656,85 milhões em investimentos ao longo de 35 anos, com capacidade para movimentar 4 milhões de toneladas por ano.
No terminal PAR14, com área de 82.436 m² e capacidade de 6,8 milhões de toneladas/ano, o BTG Pactual saiu vencedor após 26 lances em viva-voz, com outorga de R$ 225 milhões.
Os investimentos totais previstos são de R$ 1,187 bilhão, incluindo melhorias como novos berços no “Píer T”, sistemas de despoeiramento, torres de transferência e conexão com o sistema Moegão.
O Consórcio ALDC, composto pelas empresas Louis Dreyfus e Amaggi, venceu a concorrência pelo PAR25, após 21 lances, com uma proposta de R$ 219 milhões. A área de 43,2 mil m² terá investimento direto de cerca de R$ 217 milhões e prazo de concessão também de 35 anos.
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O leilão representou um marco para o setor, alcançando recordes de participação e valores investidos.
Segundo a Portos do Paraná, a autoridade portuária responsável pelos terminais, a região é estratégica para o escoamento de produtos como soja, farelo, milho e fertilizantes — sendo o maior movimentador de soja e o segundo porto mais importante do Brasil.
A expectativa do governo federal é realizar mais de 42 leilões até 2026, com potencial de atrair R$ 22,85 bilhões em investimentos e dobrar a capacidade logística de exportação da produção agrícola nacional.
*Com informações da Agência Estado e Agência DCNews
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