Lula critica tarifas comerciais dos EUA e defende maior integração entre países da América do Sul
Publicado 22/04/2025 • 20:31 | Atualizado há 4 horas
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Publicado 22/04/2025 • 20:31 | Atualizado há 4 horas
KEY POINTS
Em seu discurso no Fórum Empresarial, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez críticas às recentes tarifas comerciais adotadas pelos Estados Unidos. Lula ressaltou que tais políticas protecionistas representam um retrocesso e que o multilateralismo, antes visto como a solução para os problemas globais, tem sido colocado de lado. Ele também defendeu uma maior integração econômica e comercial entre os países da América do Sul.
Lula afirmou: “Queria confessar que nessa esteira do livre comércio, tendo dado a guinada que deu nos últimos dias, propondo a maior política de taxação comercial que o mundo já tomou conhecimento, o multilateralismo pode estar sendo jogado no lixo para que tenha lugar o protecionismo.”
Ele também destacou que, para o Brasil e outros países da América do Sul, a relação com grandes potências deve ser equilibrada e respeitosa, sem que haja imposição de tarifas que dificultem o comércio. “Eu não consigo me conformar, por que que na América Latina, na América Central, nenhum país conseguiu ficar rico? O Canadá ficou muito rico e os mexicanos não conseguiram, o Brasil não conseguiu, nenhum país latino-americano conseguiu crescer.”
O presidente ainda defendeu a construção de relações mais sólidas e justas entre as nações sul-americanas, como o Brasil e o Chile. “Eu quero que o Chile compre a minha carne, eu quero carne boa. Você não tem noção, você tomar um vinho chileno com a carne brasileira, vai melhorar a tua vida lá no Chile, não tem noção. Mas eu preciso saber e comprar alguma coisa do Chile. Eu quero que o Chile compre a minha carne.”
Lula concluiu sua fala dizendo que o Brasil, como a maior economia da América Latina, tem a obrigação de flexibilizar suas políticas para promover uma integração regional mais forte. “O Brasil tem obrigação, veja aqui quem tá dizendo é o presidente da República do Brasil, o Brasil tem obrigação não é de ser generoso com os outros, mas ele tem obrigação de entender que, como maior economia, ele é obrigado a flexibilizar para que as coisas possam acontecer.
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