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Caso Marabraz: pai e filho desistem de ações na Justiça e posam para foto
Publicado 12/12/2024 • 16:48 | Atualizado há 1 ano
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Publicado 12/12/2024 • 16:48 | Atualizado há 1 ano
KEY POINTS
Jamel (64), um dos sócios-fundadores da Marabraz, posa ao lado do filho, Abdul Fares (40).
Após a reportagem do jornal Folha de S. Paulo revelando que um dos herdeiros da Marabraz, Abdul Fares (40), estaria movendo uma ação judicial para interditar o pai, Jamel (64), um dos sócios-fundadores da rede de varejo que conta com 120 lojas de móveis, os dois desistiram das ações de interdição e falsidade ideológica que moviam um contra o outro.
Pai e filho também posaram para uma foto lendo a Folha, em imagens que circularam em grupos de WhatsApp de amigos da família.
“O teor da matéria me surpreendeu profundamente. Jamais autorizei a adoção de medidas criminais contra meu filho. Os detalhes dessa vida privada não são do interesse de ninguém”, disse Jamel em um documento com firma reconhecida.
Nele, o fundador da Marabraz também declara que “Infelizmente, não é circunstância inédita que divergências familiares em grupos empresariais sejam, em parte, o objeto de disputas judiciais” e que “o sigilo desse tipo de procedimento, quando violado por vazamentos sensacionalistas, causa danos irremediáveis a todos os envolvidos”.
Segundo a Folha, Abdul decidiu retirar a ação de interdição paterna que movia em uma comarca na Bahia, assim como o pai desautorizou a queixa-crime protocolada na última terça-feira (10). Jamel, no entanto, autorizou que fossem tomadas todas as medidas legais cabíveis para se defender da ação de interdição.
Nela, Abdul declara que o pai “apresenta diversos problemas de saúde, como depressão profunda, cardiopatia grave, dependência química de medicamentos controlados e um quadro de agressividade”.
Na procuração aos advogados de defesa, ele havia autorizado textualmente “apresentar notícia-crime com pedido de instauração de inquérito policial ou outro procedimento investigatório em face de Abdul Hadi Fares”, como mostra o documento abaixo:

Como foi exposta uma fraude processual, o Ministério Público e a Justiça da Bahia podem seguir com o caso e responsabilizar o autor se comprovado que foram apresentados documentos falsos sobre o domicílio de Abdul Fares na comarca da Bahia, disse a Folha.
Na manhã de quarta-feira (11), a atriz Marina Ruy Barbosa, noiva de Abdul, encaminhou mensagem direta pelo Instagram com um comentário sumário: “O caso é bem mais complexo do que isso”, sobre o teor da reportagem da Folha.
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