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Após atingir os 150 mil pontos, o que esperar do Ibovespa B3 na véspera do Copom
Publicado 03/11/2025 • 22:43 | Atualizado há 4 meses
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Publicado 03/11/2025 • 22:43 | Atualizado há 4 meses
KEY POINTS
O Ibovespa entrou na semana acima dos 150 mil pontos — o índice fechou a sessão anterior aos 150.454,24 pontos, alta de 0,61%, após máxima intradiária de 150.749,42 pontos, com volume projetado de R$ 13,9 bilhões. O desempenho foi apoiado por Petrobras e compras táticas em grandes pesos do índice, enquanto o dólar à vista encerrou praticamente estável próximo de R$ 5,358.
Com a decisão do Copom, que será comunicada após as reuniões marcadas para 4 e 4 de novembro, a atenção recai sobre sinalizações. Para o economista André Perfeito, a manutenção dos juros no Brasil segue como cenário base — e a virada do ciclo pode se materializar só na segunda reunião do Copom de 2026, caso o mercado de trabalho demore a mostrar acomodação. Ele pondera que o principal risco não está apenas no fiscal doméstico, mas na possibilidade de reversão da fraqueza global do dólar: se o movimento inverter, a tarefa do Banco Central brasileiro fica mais desafiadora.
Segundo Perfeito, “o dólar tende a continuar perdendo força”, mas a discussão sobre tarifas, China e a condução da política comercial dos EUA — especialmente em um ambiente de incerteza política — pode mudar o balanço rapidamente.
Por isso, o guidance do Fed – diante da ata da reunião a ser divulgada hoje – será monitorado com a mesma intensidade da decisão em si, já que ele define o ritmo esperado para cortes no primeiro semestre de 2026.
O mercado espera — mais do que o resultado — o timing do início do ciclo de flexibilização. Na prática, o consenso segue o mesmo: a discussão deixou de ser se o corte virá e passou a ser quando.
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