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Minério de ferro pressiona atacado e acelera inflação medida pelo IGP-DI em dezembro

Publicado 08/01/2026 • 10:16 | Atualizado há 19 horas

KEY POINTS

  • Minério de ferro sobe 4% e lidera as pressões inflacionárias no atacado em dezembro. O insumo metálico foi o principal responsável por reverter a trajetória de queda do índice ao produtor no mês.
  • IGP-DI encerra 2025 com deflação de 1,20% e registra primeiro resultado negativo em dois anos. A queda anual foi consolidada pelo recuo expressivo nos preços da indústria extrativa e da agropecuária.
  • Custos de mão de obra e serviços impedem queda mais acentuada da inflação no fechamento do ano. Enquanto o atacado deu alívio, a persistência de preços em habitação e construção civil limitou a retração do índice cheio.
Minério de ferro.

Minério de ferro.

Unsplash.

A alta de 4,10% no preço do minério de ferro liderou as pressões que provocaram a aceleração da inflação no atacado em dezembro, conforme o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI), informou a Fundação Getulio Vargas (FGV).

Outros produtos também contribuíram para o avanço dos preços no período, entre eles:

  • Carne bovina: +2,62%
  • Farelo de soja: +4,28%
  • Álcool etílico anidro: +3,05%
  • Milho em grão: +1,09%

Na direção oposta, alguns itens ajudaram a conter a inflação no atacado em dezembro. Entre os principais alívios estiveram:

  • Leite in natura: -6,27%
  • Café em grão: -2,66%
  • Soja em grão: -0,70%
  • Óleo de soja em bruto: -6,68%
  • Carne de aves: -3,24%

Com esse movimento, o IGP-DI passou de uma variação positiva de 0,01% em novembro para 0,10% em dezembro. No acumulado de 2025, o índice registrou queda de 1,20%.

Segundo a FGV, o resultado anual reflete principalmente o desempenho do Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que acumulou retração de 3,61% em 2025, o primeiro resultado negativo desde 2023, quando havia recuado 5,92%.

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A queda foi impulsionada, sobretudo, pelos recuos nos preços da indústria extrativa e da agropecuária.

Ainda de acordo com a instituição, a redução do IGP-DI não foi mais intensa devido à presença de pressões inflacionárias em outros componentes do índice.

Nos preços ao consumidor, apesar do alívio nos alimentos, os segmentos de serviços e habitação continuaram pressionados. Já na construção civil, o principal fator de alta foi o aumento dos custos com mão de obra, destacou Matheus Dias, economista do Ibre/FGV, em nota oficial.

No recorte mensal, o IPA-DI saiu de uma queda de 0,11% em novembro para uma alta de 0,03% em dezembro. No acumulado do ano, o indicador manteve retração de 3,61%.

(*com informação do Estadão Conteúdo)

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