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Ouro fecha em queda com cautela antes de negociações entre EUA e Irã

Publicado 10/04/2026 • 15:38 | Atualizado há 2 horas

KEY POINTS

  • O mercado divide atenção entre tensões geopolíticas envolvendo EUA, Israel e Irã e os dados de inflação americana
  • A valorização do dólar e dos rendimentos tem reduzido a demanda por ouro como ativo de proteção
  • Analistas divergem, com parte vendo espaço para alta futura caso os riscos inflacionários ganhem mais peso
barras e moedas de ouro empilhados

Canva

Ouro

O ouro fechou a sessão desta sexta-feira (10) em queda leve, com o mercado dividindo atenção entre os desdobramentos do conflito entre os Estados Unidos e Israel contra o Irã e os dados sobre a inflação americana.

Na Comex, divisão de metais da bolsa de Nova York (Nymex), o ouro para junho encerrou em queda de 0,64%, a US$ 4.787,4 por onça-troy, mas registrou uma alta semanal de cerca de 2,67%. A prata para maio ficou próximo a estabilidade, com alta de 0,05%, a US$ 76,480, registrando alta de cerca de 4,88% na semana.

O metal dourado operava com sinal negativo desde o início da manhã, com o mercado permanecendo cauteloso à espera das negociações entre o Irã e os Estados Unidos. Neste fim de semana, o vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, vai se reunir com representantes iranianos para negociações pelo fim da guerra. Entretanto, o presidente dos EUA, Donald Trump, voltou a criticar a condução do país persa na reabertura do Estreito de Ormuz, afirmando ainda que “a única razão de estarem vivos hoje é para negociar”.

“Desde o início do conflito, o ouro caiu cerca de 10%, evidenciando como os fatores macroeconômicos adversos, notadamente o aumento dos rendimentos e um dólar mais firme, superaram a demanda por ativos de refúgio”, afirmam analistas do ING. Para analistas da UBS, entretanto, o ouro pode avançar e atingir máximas de US$ 5.900 até o fim do ano caso o mercado passe a focar mais nos riscos inflacionários do que no conflito contra o Irã.

Na pauta econômica, a inflação dos Estados Unidos subiu 0,9% em março ante fevereiro e 3,3% no ano. Apesar de mostrar o ritmo mais acelerado desde junho de 2022, o dado veio de acordo com o esperado pelos especialistas. O núcleo do índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês), que exclui itens como energia e alimentos, veio abaixo das projeções. Com esse cenário, o mercado manteve a expectativa de que o Federal Reserve retomará os cortes de juros apenas em junho de 2027.

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