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Paraguai analisa pedido da GOL para operar voos aos EUA
Publicado 14/02/2026 • 21:30 | Atualizado há 2 horas
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Publicado 14/02/2026 • 21:30 | Atualizado há 2 horas
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Rovena Rosa/Agência Brasil
A Dirección Nacional de Aeronáutica Civil (DINAC), autoridade aeronáutica do Paraguai, confirmou o recebeu um pedido formal da Gol Linhas Aéreas para ampliar sua atuação internacional com novas rotas conectando Brasil, Estados Unidos e Paraguai. A solicitação foi protocolada nesta quinta-feira (12) junto à Presidência do órgão.
Leia também: GOL mira voos longos com Airbus A330 e testa rotas para Europa e EUA em 2026
Segundo o comunicado, a companhia pretende iniciar, a partir de 8 de junho, a operação da rota Brasília – Miami – Assunção e o trecho inverso, Assunção – Miami – Brasília. Em um segundo momento, a partir de 10 de agosto, a GOL planeja lançar a ligação Rio de Janeiro – Miami – Assunção, também com o percurso de retorno. A proposta prevê quatro frequências semanais, com dias e horários a serem divulgados quando oportuno pela empresa.
A DINAC destacou que as operações solicitadas estão respaldadas pelos acordos bilaterais de serviços aéreos firmados pelo Paraguai com Brasil e Estados Unidos, incluindo direitos de quinta liberdade do ar. Esse dispositivo permite que uma companhia aérea transporte passageiros, cargas ou correspondências entre dois países estrangeiros, desde que o voo tenha origem ou destino final em seu país de registro.
A autoridade paraguaia informou ainda que aguarda a conclusão dos trâmites administrativos da GOL junto aos demais países envolvidos, etapa necessária para a obtenção das autorizações definitivas. No comunicado, o presidente da DINAC, Nelson Mendoza Rolón, afirmou que o Paraguai está preparado para enfrentar grandes desafios no setor aéreo.
Um dos pontos que mais chamam atenção é a menção à rota Rio de Janeiro – Miami, atualmente inexistente na malha da companhia e que estaria além do alcance operacional do Boeing 737 MAX 8 utilizado pela GOL.
Leia também: “Brasileirização”: o que é e por que países ricos devem tomar cuidado com isso?
Diante disso, surgem duas hipóteses. A primeira é que tenha ocorrido um equívoco na comunicação, e que o plano real envolva a já operada rota Rio – Assunção, com extensão do trecho entre a capital paraguaia e Miami. A segunda possibilidade envolve a eventual incorporação de aeronaves Airbus A330 à frota da empresa, o que permitiria tanto a operação direta entre Rio e Estados Unidos com o modelo de maior porte quanto uma combinação de aeronaves na mesma rota.
Essa última alternativa, é considerada menos provável, especialmente diante das dificuldades enfrentadas pela American Airlines ao operar a ligação com aviões menores, como o Boeing 757-200 e o 767-300ER. Ainda assim, especulações indicam que os A330 poderiam chegar à companhia em meados do ano, o que manteria o cenário em aberto.
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